Página Inicial ! Auxílio a Lista | Busca de CEP | Receita Federal | IBGE | Multas de Trânsito SP | Loterias ! Folha de São Paulo ! Globo online ! Revista Isto é ... Artigos Artigos ! Aquarismo ! Anfíbios ! Animais ! Animais Onívoros ! Animais Herbívoros ! Animais Carnívoros ! Aquarismo ! Aves ! Curiosidades animal ! Dicas animais ! Febre Aftosa ! Fotos ! Híbridos ! Insetos ! Mamíferos ! Meio Ambiente ! Natureza ! Pássaros ! Peixes ! Peixes Sinistros ! Pesquisas ! Répteis ! Roedores ! Vacinação ! Vida Rural ! Vídeos com animais
... Artigos

Para continuar lendo a notícia clique em: Read the rest of this entry » no final de cada artigo.

sexta-feira

As araras maracanã estão sumindo da caatinga

Uma pesquisa recente no Rio Grande do Norte mostrou sinais preocupantes da redução das populações de arara maracanã-verdadeira (Primolius maracana) na caatinga. A situação da ave é bem conhecida no Sul e Sudeste do Brasil. Mas sua condição no Nordeste, mais crítica, é pouco investigada ainda. O estudo, feito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pela Fundação Norte Rio Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) concluiu que a população dessa ave na Serra da Santana, no estado, está em declínio. O levantamento foi financiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

“Moradores relataram que, antigamente, os bandos que eles observavam eram muito maiores e chegavam a ter até 30 aves. Agora, os bandos são menores, com cerca de 8 ou 10, raramente mais que 10 aves”, diz Mauro Pichorim, coordenador do estudo. A equipe está estudando a sugestão de áreas de conservação para garantir a sobrevivência das aves na região. E a instalação de caixas que funcionam como ninhos artificiais, para facilitar a reprodução da espécie.

A caatinga é um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo. É considerado um dos hot spots de biodiversidade pela riqueza da fauna e flora e pela velocidade como que os ambientes naturais estão acabando. A ararinha azul, estrela do desenho “Rio”, extinta na natureza, foi uma das vítimas dessa devastação.

(Alexandre Mansur)
Fotos: Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte
fonte:http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2011/12/21/as-araras-maracana-estao-sumindo-da-caatinga/


Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quinta-feira

Crocodilos invadem praia e assustam turistas no México

Alberto Nájar - Da BBC Mundo, na Cidade do México.....
Atualizado em 22 de dezembro.....
Com transbordamento de lagoa, animais acabam indo ao litoral (foto: AP)

Dezenas de crocodilos abandonaram seu habitat natural em uma lagoa e invadiram um balneário mexicano, alarmando turistas, autoridades e donos de hotéis.

Os animais invadiram o balneário de Manzanillo (Estado de Colima), na costa do Pacífico mexicana, nadando próximo às praias mais procuradas pelos banhistas.

A Secretaria de Meio Ambiente afirma que os crocodilos estão desorientados porque o furacão Jova, que passou por Colima em outubro passado, afetou as áreas onde fazem seus ninhos.

Até agora, nenhum ataque foi relatado, mas as autoridades realizaram uma operação de resgate para retornar os animais a seu habitat, disse à BBC o diretor de Defesa Civil de Manzanillo, David Sánchez Nogales.

"Temos uma vigilância permanente nas praias. Capturar os crocodilos na água é muito difícil, por isso aguardamos até que estejam andando na areia", afirmou.

A maioria dos répteis voltou a seu local de origem, a lagoa do Vale das Garças, localizada há poucos metros do mar, mas isso ocorreu por uma razão mais natural: a temporada de inverno trouxe correntes frias no oceano, e os crocodilos foram buscar as águas mais quentes da lagoa.
Transbordamento

Em um só dia, o furacão Jova despejou 300 mililitros de chuva na costa de Colima, o equivalente a 300 litros d'água por metro quadrado.

Mais de 27 mil pessoas foram atingidas. O transbordamento de rios destruiu 22 pontes e danificou 340 km de estradas.

A lagoa do Vale das Garças, que fica a alguns metros do mar, foi particularmente afetada, segundo Sánchez Nogales.

"Ela se encheu de águas turbulentas, e as correntes transbordaram os canais", disse. "Muitos crocodilos acabaram arrastados pela cheia."

A inundação durou várias semanas. Nesse tempo, os répteis não puderam voltar à lagoa e permaneceram no mar.

Muitos turistas se alarmaram, e a Associação de Hoteis e Moteis de Colima exigiu que os animais fossem realocados.

Durante vários dias, equipes da Defesa Civil, policiais e fuzileiros navais percorreram as praias e baías da região, mas conseguiram capturar apenas um animal.

Os demais voltaram sozinhos a seu habitat. Nos últimos dias, eles não foram vistos nas praias.
Navios

Além de destino turístico, Manzanillo é o segundo maior porto do México, tendo aumentado a área de contêineres e de atracamento de navios nos últimos anos.

Organizações ambientais dizem que esta pode ser outra razão que levou os crocodilos para o mar, a busca por alimentos, pois algumas zonas de pântanos acabaram sendo afetadas pelas atividades do porto.

Enquanto isso, as autoridades advertem turistas e vizinhos de Manzanillo para que não se aproximem dos répteis. A administração local colocou cartazes com recomendações nas praias mais frequentadas.

Os crocodilos normalmente fogem dos seres humanos, mas se sentirem ameaçados, podem tornar-se perigosos, afirma o diretor da Defesa Civil.
fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111222_mexico_crocodilos_rp.shtml


Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quarta-feira

Macaco fica preso em motor de carro e é resgatado em Rio Preto, SP

Dono do veículo só percebeu o animal quando abriu o capô.
Lataria do carro precisou ser desmontada para retirar o sagui.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba.....

Um macaco da espécie sagui deu um susto em um motorista de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (20). O animal entrou no motor do veículo sem que o dono percebesse e ficou por lá.

Ao rodar por mais de 30 minutos dentro da cidade, o motorista percebeu que havia algo dentro do capô do carro e parou. Ao ver o macaco preso, chamou o Corpo de Bombeiros, que precisou jogar água e desmontar parte da lataria para retirar o macaco.

Depois de quase uma hora, o animal foi resgatado sem ferimentos. Ele foi colocado em uma gaiola e encaminhado para a Polícia Ambiental. O macaco deverá ser solto em uma mata da região.
 Momento em que o macaco é retirado da lataria do carro (Foto: Juliano Abocater / TV Tem)
fonte:http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2011/12/macaco-fica-preso-em-motor-de-carro-e-e-resgatado-em-rio-preto-sp.html


Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

sexta-feira

Fósseis de besouros pré-históricos ostentam cores metálicas

A cor original do besouro, de 47 milhões de anos, foi reconstruída usando detalhes microscópicos.

Fósseis de besouros, datados entre 15 e 47 milhões de anos, refletem as cores amarelo, verde, azul, vermelho, e outros tons metálicos devido à interferência da luz. As tonalidades dependem de duas variáveis: a própria estrutura e o índice de refração da cutícula das asas do besouro, ou seja, a quantidade de luz é dobrada, ou retardada, à medida que passa através de um material.

A manipulação de luz foi obtida com "camadas muito finas, milionésimos de um metro, da cutícula das asas do besouro", explicou McNamara, pós-doutorada de investigação no Departamento de Geologia e Geofísica da Universidade de Yale.

"Nossos resultados mostram que as cores dos fósseis de besouros foram alteradas durante o processo de fossilização", afirma Maria McNamara ao Discovery News.

"Em particular, as cores foram deslocados para a extremidade vermelha do espectro - não completamente, mas o suficiente para fazer, por exemplo, um besouro anteriormente azul mais verde, e um besouro amarelo anteriormente mais laranja", acrescentou McNamara.

Uma análise microscópica mostra que a estrutura do besouro não foi alterada durante a fossilização. "Estes resultados permitirão a observação de cores metálicas originais a serem identificadas em fósseis de insetos fornecendo evidências da evolução da cor estrutural", concluíram os pesquisadores.

O pesquisador do Museu Japonês de História Natural, Gengo Tanaka, também estudou a cor besouros fossilizados e acredita que McNamara e sua equipe "marcaram a paleontologia", dada a possibilidade futura de recriação das cores originais.

O líder de pesquisa na Universidade de Oxford e The Natural History Museum, de Londres, Andrew Parker, é um dos principais especialistas em cores no mundo pré-histórico. "Estou muito ansioso para observar os estudos que adicionam detalhes de cor para a escala de tempo geológico. Isso nos informa que as interações que envolvem uma miríade de cores que vemos hoje - a corrida armamentista entre predadores e presas, e as de sinalização para um parceiro em potencial dentro de membros da mesma espécie – se estende ao longo do tempo”.

A grande questão é: “Quando é que o mundo se tornou um lugar tão colorido?” "A resposta é a origem dos olhos de um predador que pode ter uma grande influência sobre a dinâmica de todo um ecossistema" respondeu Parker. "Isso parece ocorrer há 520 milhões de anos, com o predador orientado, provavelmente provocando a nova explosão cambriana".

E ainda acrescenta: "Depois disso, outras inovações afetaram a corrida armamentista visual, tais como a evolução do vôo nos predadores e nas presas”.

Os fósseis tendem a oferecer uma visão em preto e branco do passado, mas novas pesquisas sobre besouros pré-históricos trazem insetos com cores metálicas de volta a vida real. As cores dos fósseis nem sempre podem ser vistas a olho nu. Pesquisadores, no entanto, agora são capazes de revelar os tons há muito tempo perdidos, estudando as bases estruturais e químicas da cor original do indivíduo.

Qui, 15 de Dezembro de 2011 21:54
Paolla Arnoni
fonte:http://www.jornalciencia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1207%3Afosseis-de-besouros-pre-historicos-ostentam-cores-metalicas

Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Tegopelte: criatura de 50 pernas que pode ter sido um predador no fundo do mar

Segundo o Footprint Networkk Global (GFN) no dia 27 de setembro de 2012 os recursos naturais da Terra alcançarão o seu limite no papel de fornecer recursos para os seres vivos, este dia foi denominado de “O dia de não retorno”.

Um novo fóssil, datado de 500 milhões de anos, revela que uma criatura parecida com uma barata antiga, de quase trinta centímetros de comprimento, viveu no fundo do mar no lugar que hoje é o Canadá. A criatura tem 25 pares de pernas e é conhecido como Tegopelte, um gigante raro.

Os pesquisadores liderados por Nicholas Minter, da Universidade de Saskatchewan, no Canadá sugerem que Tegopelte era um predador temível ou talvez um ‘sugador’, capaz de "rapidamente se deslizar no fundo do mar", com apenas algumas de suas muitas pernas tocando o chão de cada vez.

Cinco pegadas feitas pelo artrópode foram descobertas em dois locais no Yoho National Park, em British Columbia, em uma formação geológica chamada de Burgess Shale. A maior faixa de pegadas mede três centímetros e as menores um centímetro, o que sugere que além de uma criatura comprida, também é larga. Essa criatura pode chegar a 28 centímetros de comprimento e 14 centímetros de largura.

As evidências sugerem uma criatura de movimentos rápidos, com duas vezes o tamanho de outros artrópodes conhecidos. Artrópodes são invertebrados com exoesqueleto, um grupo que inclui os crustáceos de hoje e insetos, o que provavelmente permitiu-lhe fazer curvas fechadas, evidenciadas em alguns dos fósseis. A pesquisa foi divulgada na revista Proceedings of the Royal Society B.

Sex, 16 de Dezembro de 2011 01:00
Paolla Arnoni
fonte:http://www.jornalciencia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1208%3Ategopelte-criatura-de-50-pernas-que-pode-ter-sido-um-predador-no-fundo-do-mar


Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quinta-feira

Descoberto peixe primitivo africano que anda usando suas barbatanas

O lungfish Africano, Protopterus annectens, exibe seu comportamento primitivo em laboratório. Ele anda, usando suas barbatanas pelo chão do aquário.

Antes que os animais aquáticos começassem a migrar para a terra, alguns peixes evoluíram sua vida subaquática por meio de suas barbatanas usando-as para andarem sobre o chão. É o caso do Protopterus annectens que pode sustentar seu corpo no chão e se movimentar para frente utilizando “membros”, habilidade que se pensava corresponder apenas aos tetrápodes primitivos.

O pesquisador Neil Shubin, da Universidade de Chicago. Comenta: "Isso nos mostra - com o perdão do trocadilho - os passos que estão envolvidos na origem da caminhada". "O que notamos em um lungfish é um exemplo muito bom de como os peixes na água pode facilmente andar em um padrão muito parecido com um tetrápode.”

Os antepassados distantes dos seres humanos e todos os mamíferos, répteis, aves, anfíbios e outros tetrápodes, são peixes que eventualmente desenvolveram a capacidade de respirar em terra. Os peixes mais antigos que vivem na terra estão equipados com pulmões e são encontrados hoje na África, América do Sul e Austrália.

O lungfish em questão tem um corpo semelhante a uma enguia e um par de barbatanas traseiras com grande fragilidade.

Shubin comenta que "se me mostrassem o esqueleto desta criatura e me pedissem para fazer uma aposta sobre se ele anda ou não, eu teria apostado que não”.

Para descobrir o caminhar do lungfish, os pesquisadores projetaram um tanque especial na qual eles podiam gravar os movimentos do lungfish por uma câmera. Os vídeos revelaram o lungfish movimentando seus membros traseiros de uma só vez, para "andar", alternando os movimentos dos membros.

A pesquisadora Heather King, biólogo evolucionista da Universidade de Chicago, diz: “Emocionante e surpreendente que, mesmo com pequenas barbatanas, este lungfish é capaz de não só impulsionar a si me
smo, mas sustentar seu corpo”.

A história do lungfish torna animais de estimação populares entre os paleontólogos e anedotas e rumores circularam entre os cientistas há anos sobre andar, comportamento alegadamente visto nestes peixes estranhos. Para descobrir a verdade por trás dessas histórias, os pesquisadores projetaram outro tanque com câmera em todas as direções para gravar os movimentos do lungfish para análise em profundidade.

A capacidade do lungfish em apoiar seu corpo sobre seus membros magros pode ser auxiliada por seus pulmões cheios, sugerem os pesquisadores. "Isso mostra que é possível num meio aquático, você não precisa ter que se sustentar pela gravidade", disse Shubin

Esta descoberta pode redesenhar a rota evolutiva que a vida tomou da água para a terra. A adaptação de caminhar em terra poderia ter ocorrido milhões de anos antes dos tetrápodes desenvolverem membros e derem os primeiros passos, disse King. Esta descoberta fez os cientistas repensarem se há cerca de 380 milhões de anos, as pegadas foram feitas pelos tetrápodes primitivos. Elas poderiam ter sido criadas por outros tipos de peixe. As descobertas estão disponíveis na National Academy of Sciences pela internet.
Qua, 14 de Dezembro de 2011 10:06
Paolla Arnoni
fonte:http://www.jornalciencia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1198%3Adescoberto-peixe-primitivo-africano-que-anda-usando-suas-barbatanas

Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Menor rã do mundo é descoberta na Nova Guiné

O pesquisador Fred Kraus, do Bishop Museum, em Honolulu, encontrou os menores sapos do mundo no sudeste da Nova Guiné. Descoberta que os torna os menores tetrápodes do mundo.

As rãs pertencentes ao gênero Paedophryne, são espécies extremamente pequenas, com adultos - chamadas Paedophryne dekot e Paedophryne verrucosa – medindo entre 8 e 9 mm de comprimento.

O estudo foi publicado na revista ZooKeys. Uma pesquisa anterior havia levado à descoberta de Paedophryne por Kraus em 2002 em áreas próximas da Nova Guiné. As duas espécies descritas anteriormente eram maiores, atingindo tamanho de 10 a 11 mm, mas o gênero ainda representa o menor grupo de tetrápodes no mundo.

Kraus comenta: "Há milhares de sapos pequenos ao redor do mundo", mas a Nova Guiné parece abrigar a maior parte espécies pequenas em sete gêneros. Embora haja gêneros de sapo que tenha representantes pequenos entre parentes maiores, o Paedophryne é único em que todas as espécies são pequenas. As quatro espécies conhecidas habitam regiões nas montanhas do sudeste da Nova Guiné ou adjacentes. Seus parentes mais próximos permanecem obscuros”.

Os membros deste gênero têm tamanhos dos dedos reduzidos, o que não lhes permitem escalar muito bem. Todos habitam serapilheira, e seus dedos são reduzidos a um tamanho necessário para que habitem na manta morta e musgos, o que explica a adaptação à vida nesta região. A habitação em serapilheira e musgo é mais comum em rãs ‘miniaturas’. As pequenas rãs também têm seu ovo reduzido e as fêmeas carregam apenas dois, embora os pesquisadores não saibam se ambos os ovos são colocados simultaneamente ou em intervalos.

A descoberta inclui também os vertebrados de menores dimensões de que há registros, excluindo os peixes.
Qua, 14 de Dezembro de 2011 11:17
Paolla Arnoni
fonte:http://www.jornalciencia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1200%3Amenor-ra-do-mundo-e-descoberta-na-nova-guine

Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Diga não ao bloqueio de blogs

Total de visualizações de página