Estudo é feito com os bonobos, espécie considerada 'erótica' e 'promíscua' por especialistas, pela alta incidência de relações sexuais, tanto hétero quanto homossexuais.
Casal de bonobos fêmeas (Foto: Zanna Clay/via
BBC)
Uma pesquisa de cientistas americanos indica que as fêmeas de uma espécie de chimpanzé exageram as manifestações de prazer em relações homossexuais quando estão diante de outros animais que elas consideram importantes.
Pesquisadores descobriram que as chimpanzés-pigmeus, ou bonobos, fazem mais barulho durante o sexo quando uma 'fêmea alfa' está por perto. Segundo os cientistas, isso seria uma forma de buscar status.
A pesquisa foi feita com a espécie Pan paniscus, que é considerada 'erótica' e 'promíscua' por especialistas, já que existe alta incidência de relações sexuais -- tanto hétero quanto homossexuais.
'[O sexo] é usado para reduzir o estresse e competição, desenvolver laços, expressar e testar relações sociais e para reconciliar conflitos e consolar vítimas de traumas', diz Zanna Clay, da Universidade de Emory, em Atlanta (EUA), que há cinco anos estuda os padrões vocais nas espécies.
Para entender mais a comunicação entre os primatas, Clay levou uma equipe de cientistas ao santuário Lola Ya Bonobo, na República Democrática do Congo.
As descobertas foram publicadas na revista científica 'Scientific Reports'.
'Subindo na vida'
'Usando vocalizações, as fêmeas só promovem contatos sexuais com integrantes importantes do grupo', disse Clay. 'Para as bonobos fêmeas, é tudo uma questão de subir na vida.'
A equipe descobriu que as fêmeas consideradas menos importantes pelo grupo eram as que mais faziam barulho, especialmente quando estavam se relacionando com as mais importantes.
'Os bonobos parecem ser altamente conscientes da dinâmica que regem o seu mundo social', disse Clay.
A pesquisadora acredita que as chimpanzés usam os gritos durante o sexo como arma estratégica.
'Como uma fêmea de ranking inferior, promover uma relação sexual com outra integrante mais proeminente do grupo pode servir para fortalecer a sua posição social, ao alertar isso à fêmea alfa.'
Ao contrário de outros tipos de chimpanzés, a sociedade dos bonobos não é dominada pelos machos. Clay acredita que isso acontece devido à forte relação entre as fêmeas.
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Um casal homossexual de fringilídeos, uma família de aves que habita praticamente o mundo todo, principalmente o Hemisfério Norte, se juntou para formar, aparentemente, um amor pra vida toda.
É o segundo caso famoso de homossexualidade em pássaros. Em 2005, um casal gay de pinguins do zoológico de Bremerhaven, na Alemanha, se formou e até adotou um filhote. Três machos homossexuais foram observados tentando copular uns com os outros, mas quando o estabelecimento tentou forçar pinguins fêmeas para copularem com eles, grupos de defesa dos direitos LGBT protestaram, e o zoológico decidiu deixar as aves em seu processo natural.
O casal ganhou um ovo abandonado, que foi logo adotado por eles, para surpresa de muitos. E o casal de dois machos, segundo declarações do zoológico, se comportou como um casal de heterossexuais, protegendo, cuidando e alimentando o filhote adotivo.
No caso dos fringilídeos, o casal foi alvo de um estudo publicado na Behavioural Ecology and Sociobiology, que comprovou que eles são como os pinguins homossexuais: afetivos e dedicados aos filhos.
Julie Elie, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirmou à BBC Nature que “as relações dos animais podem ser mais complicadas do que apenas um macho e uma fêmea que se encontram e se reproduzem, mesmo em aves”. Julie conduziu o estudo através de comportamentos heterossexuais demonstrados por pares macho-macho de fringilídeos.
Para fazer as análises, Elie e seus colegas criaram fringilídeos em grupos de mesmo sexo, e, por causa de observações anteriores, não ficaram surpresos ao notar que mais da metade dos pássaros namorou representantes do mesmo sexo, e os casais ainda mostraram estar casados como que para a vida toda.
Além disso, a pesquisa mostrou que eles são monogâmicos como os heterossexuais. Um grupo de pássaros fêmeas foi apresentado ao grupo de casais homossexuais de machos, mas apenas três dos oito machos se importaram com a presença delas.
“A ligação de um par em espécies socialmente monogâmicas representa uma parceria cooperativa que pode dar vantagens para a sobrevivência. Encontrar um parceiro, seja qual for seu sexo, poderia ser uma prioridade”, disse Julie.
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Temos a orca, a baleia assassina, que pula da água para capturar presas no ar. Também temos aves marinhas, que circulam pelo oceano, mergulhando no ar para agarrar peixes dando sopa na superfície da água.
E daí temos o bagre que caça pombos.
Esse comportamento alimentar estranho do peixe foi testemunhado recentemente por biólogos franceses.
Bagres são normalmente o oposto de predadores ferozes. Arrastam-se no fundo dos lagos de água doce e rios, abrindo suas bocas planas para consumir crustáceos, vermes, peixes pequenos, e até mesmo uma ou outra rã.
Mas uma espécie não tão “inofensiva” de bagre anda predando pombos inocentes com uma eficiência assustadora no sul da França – uma visível indicação de que estes peixes são mais astutos e adaptáveis do que se imaginava. Bagres e pombos
O estudo foi realizado por Julien Cucherousset e Santoul Frédéric da Universidade de Toulouse, na França. Eles observaram o comportamento desses peixes a partir de uma ponte sobre o rio Tarn, no sudoeste da França.
O que eles viram foi um choque completo: uma espécie parente do peixe-gato conhecida como siluro (Silurus glanis) estava se alimentando de aves, caçando-as com uma precisão incrível. Em alguns casos, estavam pegando as pombas na terra e arrastando-as para a água.
Ninguém nunca tinha observado um bagre (designação comum dada aos peixes da ordem Siluriformes) fazendo isso antes. O siluro é uma espécie nativa da Europa Oriental; ele foi introduzido pelos pescadores do rio Tarn no sudoeste de França em 1980, tornando-se uma espécie “invasiva”.
Sendo assim, o animal claramente “tropeçou” em uma oportunidade: graças a seu comportamento flexível, ele se adaptou a uma presa nova em um ambiente externo – e muito bem, diga-se de passagem.
Dos 45 comportamentos de “caça” observados, 28% resultaram em uma captura de sucesso. Essa taxa de sucesso de um em cada quatro é incrível para qualquer ataque predatório, quem dirá um que transcende a barreira entre água e terra.
Ao observar o peixe, os pesquisadores também notaram que ele só atacou quando os pombos estavam ativos na água. Pássaros imóveis, mesmo quando na água, foram deixados em paz.
Isso os levou a concluir que o bagre não estava usando sinais visuais para identificar os pássaros, mas sim que estava sentindo suas vibrações na água. Essencialmente, os pombos, por seus movimentos, provocaram os ataques contra eles.[io9, TheWorld, Plos, TheWeek]
Pombos fazem jantares apetitosos, aparentemente. Pelo menos esses vídeos, de uma tartaruga e de um pelicano comendo essas aves, nos levam a pensar isso.
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Todos sabemos que a natureza adora nos humilhar com as habilidades que outros animais têm, mas tudo bem; estamos precisando aprender a ser humildes, mesmo. Nós temos nossa habilidade especial: a inteligência. Ela nos torna especiais, mas não nos coloca no topo.
E o que poderia ser melhor que a nossa capacidade intelectual? Vamos ver:
1 – CARAMUJO NINJA DE BORNÉU
Este é o Ibycus rachelae, um semi-caramujo (ele tem concha, mas esta é muito pequena para ele se esconder nela) descoberto nas montanhas cheias de floresta de Sabah, na Malásia. Ele tem uma cauda igual a três vezes o comprimento de seu corpo, e se enrola nela, como um gato, quando está inativo.
Sua habilidade especial é o lançamento de “dardos do amor” de carbonato de cálcio em parceiros potenciais. Os dardos têm hormônios que fazem com que o alvo fique receptivo aos seus avanços (e esqueça que foi alvejado por dardos), aumentando as chances de um romance.
2 – GAMBÁ AUTO-IMUNIZANTE
O gambá é famoso por se fingir de morto quando se sente ameaçado, um comportamento chamado “tanatose”, e que funciona bem, desde que não seja contra um carro.
Mas eles também criaram uma proteína chamada LTNF (sigla em inglês para Fator de Neutralização de Toxinas Letais), que os torna imunes ao veneno de cobras, abelhas e escorpiões. E funciona como diz o nome: o veneno é detectado no corpo pela proteína, que neutraliza-o. O gambá é imune não só às serpentes locais, mas até a serpentes de outros continentes, com as quais nunca teve contato.
A proteína LTNF também já foi injetada em ratos, e aparentemente lhes dá a mesma imunidade que o gambá recebe. Soro fisiológico padrão para todos os venenos à vista? Quem sabe…
3 – PROTETOR SOLAR SANGUÍNEO DO HIPOPÓTAMO
O hipopótamo é conhecido como uma das criaturas mais letais da África, mas não é esta a característica que o destaca nesta lista.
Uma das coisas mais legais sobre esse animal é o helicóptero de caca que ele faz com a cauda. Mas vamos falar de ainda outra coisa.
Para suportar o calor africano, o hipopótamo fica o maior tempo possível dentro d’água. Porém, ela não serve para proteger a pele do bicho, e é aí que entra seu protetor solar: uma secreção gelatinosa cor vermelho-sangue, parecida com suor, mas que é produzida por outras glândulas sob a pele.
Composta por duas moléculas altamente ácidas, o “suor sanguíneo” seca na presença de muco e absorve a luz solar na faixa do ultravioleta e luz visível. Além disso, esta substância é um antibiótico forte, ajudando a evitar infecções de feridas resultantes de brigas entre esses bichos extremamente mal humorados.
4 – SERPENTE VOADORA
A vida em alguns lugares é dura; você pode ter que lidar com alguns animais que parecem saídos de pesadelos. Aranhas? Tranquilo. Serpentes? Tudo bem. Crocodilos? Manda. Serpentes voadoras? Hei, não!
Em algumas regiões de floresta no sudoeste da Ásia, você pode ter o azar de encontrar com uma serpente venenosa na altura do teu rosto. Elas conseguem achatar o corpo, encolher o estômago, e dar um salto do topo das árvores para viajar mais rapidamente e com segurança caso percebam predadores.
O que é realmente estranho é que elas conseguem planar mais efetivamente que animais com membros – até 100 metros – apesar de não terem nem asas, nem membros semelhantes a asas.
5 – FORMIGA SUICIDA
Há uma espécie de formiga encontrada na Malásia e Brunei cujas operárias tem um método de autodefesa particularmente explosivo.
Elas possuem uma glândula mandibular alargada, com um tipo de “cola tóxica” que percorre o corpo todo. Quando elas contraem o abdômen, a glândula explode dentro delas. Elas morrem, mas protegem o resto de sua colônia.
Isso porque um jorro desagradável de secreções grudentas sai da frente de sua cabeça, fazendo os membros de sua vítima ficarem presos; em outras palavras, torna-a indefesa contra o ataque da colônia. Sem falar no coquetel de produtos químicos que passa a cobrir o corpo das mesmas.
6 – CAMARÃO PISTOLA
Se você já ouviu falar do camarão pistola, deve saber sobre a sua garra. Quando fecha a enorme garra com violência, ele produz uma bolha capaz de atordoar ou mesmo matar sua presa. Não parece algo muito impressionante, mas é bom saber um pouco mais sobre os costumes desta criatura.
Para começar, ele é nanico: tem entre 3 e 5 cm de comprimento, o que não faz com que seja um predador intimidador. Só que mesmo com este tamanho pequeno, pode produzir uma bolha de cavitação capaz de viajar a cerca de 97 km/h, e gerar um som com 218 decibéis. Bastam 160 decibéis para romper o tímpano humano.
Já está impressionado? Tem mais, a bolha criada é na verdade um fenômeno interessante: quando ela colapsa, a pressão e temperatura do vapor dentro dela aumenta, o que faz com que o gás dissipe-se violentamente no líquido que a cerca, produzindo uma onda de choque acústica e até mesmo um fenômeno luminoso, chamado “sonoluminescência”.
A reação não chega a durar o suficiente para derreter tudo em torno do camarão, mas mesmo assim o calor do vapor pode chegar a 4.700 graus Celsius. Para comparação, a temperatura da superfície do sol é estiamda em aproximadamente 5.500 graus Celsius.
7 – BESOURO BOMBARDEIRO
O nome deste besouro já é uma pista que ele não está para brincadeiras. No seu corpo, estão armazenados dois compostos químicos que, quando misturados, aquecem. Muito.
Quando fica nervoso, o besouro mistura as substâncias junto com água e enzimas catalíticas, produzindo um jorro tão quente quanto água fervente, que geralmente é fatal para criaturas pequenas como outros besouros ou sapos.
E se não bastasse o jorro fatal, em algumas espécies a ponta da glândula de disparo pode girar mais de 250 graus, e até mesmo ser direcionada por entre as pernas do besouro, para um ataque frontal.
8 – POLVO MÍMICO
Como qualquer outro polvo, ele tem a capacidade de mudar de cor e textura, se misturando com o ambiente. Mas esse levou a imitação vários passos além: consegue se fingir de outras criaturas.
Dependendo do que o está atacando, ele pode decidir qual predador se fingir. Por exemplo, ao ser atacado por um peixe, ele se enterra seis dos tentáculos na areia, deixando dois tentáculos de fora, apontando em direções opostas, imitando uma serpente marinha.
Esse polvo também já foi visto copiando a aparência e comportamento do peixe-leão, linguado, medusa, arraias, tamarutaca, e anêmonas marinhas. Ao todo, ele já foi apanhado imitando 15 espécies diferentes.
9 – AXOLOTL AUTOCURATIVO
O axolotl é uma criatura estranha, e por várias razões. Primeiro, ele é uma salamandra neotênica, ou seja, permanece na forma de larva mesmo depois de atingir a maturidade sexual. Apesar de viver na água, tem um conjunto de pulmões primitivos usados ocasionalmente para respirar. E tem os poderes de regeneração de um super-herói.
Quando um deles sofre algum dano (um corte, ou uma amputação de um membro), a coagulação inicia imediatamente, e novas células começam a se desenvolver. No caso de um membro perdido, uma camada de células epidérmicas começam a formar-se a partir das células no local do trauma. Novos tecidos crescem: vasos sanguíneos, tendões, músculos, ossos e até mesmo nervos. Em poucos meses, um novo membro cresce.
A mesma regeneração acontece em outros órgãos não vitais, e até mesmo em partes do cérebro. Por conta desta capacidade de regeneração, o axolotl é estudado em laboratórios em todo o mundo, na esperança de algum dia copiar estas características no ser humano.
10 – MEDUSA IMORTAL
A Turritopsis nutricula é uma espécie de medusa que parece ser imortal. Trata-se de sua capacidade de reverter continuamente para o estágio de pólipo imaturo mesmo após atingir a maturidade sexual. O processo é chamado de transdiferenciação, e consiste essencialmente na capacidade de transformar um tipo de célula especializada em outro tipo completamente novo.
Durante este processo, a medusa regressa fisicamente ao início de uma colônia de pólipos, absorve seus próprios tentáculos e sino, e acomoda-se no solo oceânico, até começar a amadurecer mais uma vez – algo como voltar a ser um bebê depois de se tornar um adulto.
E ela pode fazer isto para sempre, tornando-a a úncia criatura biologicamente imortal. Obviamente, ela ainda tem que evitar predadores no estágio de pólipo, o que é fisicamente impossível, considerando que ela está imóvel. Só por isto é improvável que uma medusa imortal justifique o próprio nome.[ListVerse]
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Tubarão-das-Galápagos pode desaparecer da natureza, segundo IUCN.
Fotografias subaquáticas foram feitas no início deste mês, nos EUA.
Exemplar de tubarão-das-Galápagos passa sob embarcação com pesquisadores (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)
Em viagem para o Havaí, nos Estados Unidos, no início de dezembro, o fotógrafo brasileiro Daniel Botelho, especializado em imagens subaquáticas, conseguiu registrar o momento em que cinco exemplares de tubarão-das-Galápagos (Carcharhinus galapagensis) nadavam próximo a uma embarcação com pesquisadores da Universidade de Honolulu.
Botelho conta que o grupo de tubarões passou a seguir o barco em alto mar e, acostumado a mergulhar com espécies consideradas perigosas, decidiu entrar na água com seu equipamento para fazer o registro dos animais
“Não tinha expectativa alguma de encontrar os tubarões. Eram exemplares adultos, que normalmente gostam de estabelecer dominância quando veem uma possível ameaça ou uma possível fonte de alimento. Como eles viram que não éramos alimento, estabeleceram uma ‘relação de paz’”.
Segundo o brasileiro, esses tubarões gostam de cheirar e se aproximar. De acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), o tubarão-das-Galápagos é considerado quase ameaçado de extinção.
Há oito anos trabalhando com fotografias feitas debaixo da água, já conseguiu flagrantes como o de um crocodilo-do-nilo, que ficou a poucos centímetros de distância do brasileiro. O fato ocorreu em Botsuana, na África.
Um dos exemplares de tubarão-das-Galápagos que nadou próximo a embarcação no Havaí, em 1º de dezembro deste ano (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)
Pesquisa para proteção
Daniel afirma que a partir de julho do próximo ano vai passar a colaborar com pesquisadores da Universidade de Honolulu, que realizarão levantamento das espécies de tubarões que vivem nos arredores das ilhas do estado norte-americano.
Segundo ele, o objetivo do trabalho será alertar o governo dos EUA para reforçar o patrulhamento na região, evitando a pesca de tubarões. “Queremos saber a quantidade e a variedade desses animais na região do Havaí”, explica.
A espécie é considerada ameaçada de extinção, segundo a IUCN (Foto: Divulgação/André Botelho)
Momento em que tubarão se aproximou do mergulhador brasileiro, já acostumado a ficar de frente com outras feras do mundo animal (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)
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Tamanho da presa é incomum pelo que se conhecia do réptil.
Imagem foi feita no Parque Kruger, no nordeste do país.
Foto de Rudi Hulshof mostra o momento em que a cobra expande sua mandíbula para devorar o gnu (Foto: Caters)
Uma foto divulgada pela agência Caters mostra o momento em que uma cobra píton devora um filhote de gnu no Parque Kruger, na África do Sul. Os gnus são um tipo grande de antílopes que vivem na porção mais ao sul do continente africano. Eles habitam as savanas e formam grandes grupos.
Segundo a agência, a imagem é rara porque se considerava que esse tipo de serpente normalmente se alimenta de animais muito menores. O autor da foto é Rudi Hulshof.
Detalhe do flagrante feito no Parque Kruger (Foto: Caters)
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"Maltratar animais é um crime previsto no art. 32 da lei 9.605/98"
Estresse e como tratar peixes ornamentais recém adquiridos
Aquariomania Peixes ornamentais são organismos com necessidades básicas muito especiais e quando submetidos a condições causadoras de estresse, como aquelas que prevalecem durante um transporte prolongado, podem se debilitar e contrair doenças, podendo vir a morrer em decorrência deste fato.
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O Brasil ainda caminha a passos lentos e desencontrados no que tange à proteção animal, não só em termos de legislação, mas, também, em termos de decisões judiciais. Mas, esse cenário encontra-se em fase de mudança, devido, principalmente, às pessoas que, como você, não se calaram diante do cão queimado, do gato envenenado, do pombo atropelado, do animal espancado. Cabe a todos nós a difícil, mas não impossível, tarefa de cobrar dos nossos governantes uma sociedade mais justa para todos, inclusive para os animais!
EMBRULHE OS CHICLETES ANTES DE JOGAR FORA:
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os pássaros comem restos de chicletes deixados, irresponsavelmente, em qualquer lugar. Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés... E aí, acontece o pior: acabam sufocados.
Por favor, embrulhe o chiclete num pedaço de papel