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sábado

Pesquisadores registram imagens de peixe em habitat mais profundo já visto


Cientistas revelaram imagens de um peixe bizarro filmado por uma câmera robô a mais de oito quilômetros de profundidade.

As imagens foram feitas na fossa das Marianaa, no oceano Pacífico.

Ela tem cerca de 11 quilômetros de profundidade e é considerada a parte mais profunda dos oceanos.
Essas imagens quebraram um recorde porque foram captadas a 8.145 metros abaixo da superfície – 500 metros a mais que a marca anterior.

Além do peixe, diversos crustáceos gigantes foram captados pela câmera.

Essas espécies foram descobertas por uma expedição internacional à fossa das Marianas e agora devem ser estudadas de forma mais intensa.

fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/12/141219_peixe_vale_este_lk
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sexta-feira

Foca escapa de ataque incrível de tubarão branco na África do Sul

Cena foi registrada perto da Cidade do Cabo.
Predador chega a ficar com o corpo quase inteiro fora d'água.

O fotógrafo subaquático Sergio Ricardo, de 51 anos, registrou o momento em que uma foca escapou por um triz de um ataque impressionante de um grande tubarão branco perto da Cidade do Cabo, na África do Sul. O predador chega a ficar com o corpo quase inteiro fora d'água e sua poderosa mandíbula passa a poucos centímetros da presa.

Foca escapa de ataque incrível de tubarão branco na África do Sul
Foca escapou de ataque impressionante de tubarão branco na África do Sul (Foto: Sergio Ricardo/Caters/Grosby Group)

fonte:http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/12/foca-escapa-de-ataque-incrivel-de-tubarao-branco-na-africa-do-sul.html
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Incrível: Besouro bioluminescente carnívoro é descoberto na Amazônia

Besouro bioluminescente carnívoro é descoberto na Amazônia

O fotógrafo Jeff Cremer encontrou em um passeio pela área peruana da Floresta Amazônica, há alguns anos, exemplares de besouros carnívoros que brilham no escuro.

Ele retornou ao local no início deste ano, com o entomologista Aaron Pomerantz e estudantes da Universidade da Flórida (Mike Bentley e Geoff Gallice), para analisarem um pouco mais essa espécie tão exótica.

Acredita-se que estes besouros utilizem a luz emanada de seus corpos para atrair presas.

Para saber a natureza predatória do inseto, os especialistas realizaram um teste espontâneo, ou seja, uma formiga foi usada como cobaia para uma experiência em uma grupo de besouros. “Eles foram vorazes, apertando suas mandíbulas e arrastando suas presas para dentro dos seus túneis”, explica Pomerantz. O teste pode confirmar a hipótese primária dos entomologistas.

Besouro bioluminescente carnívoro é descoberto na Amazônia

Apesar de tudo, ainda sabe-se pouco sobre a espécie. Acredita-se que eles façam parte da família de besouros Elateridae, que possui 10 mil espécies descritas ao redor do planeta. Em apenas 200 delas a bioluminescência foi registrada.

“Esses besouros encontrados no Peru utilizam uma parede de terra, ao invés de um cupinzeiro (como muitos besouros fazem em colônias), em suas casas e no terreno de caça, o que sugere que este grupo enigmático poderia ser um nicho diferente ainda não documentado”, relataram os especialistas.

Besouro bioluminescente carnívoro é descoberto na Amazônia

Portanto, não confunda estes raros besouros com algo comum! Eles são espécies raras que ainda serão estudadas a fundo pelos cientistas.

Fonte: Io9 Foto: Reprodução / Io9

fonte:http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais-incrivel-besouro-incandescente-carnivoro-e-descoberto-na-amazonia
por Bruno Rizzato
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quinta-feira

O maior espermatozoide do mundo pertence a uma pequena mosca de fruta


Há uma espécie de mosca, conhecida como Drosophila bifurca, pertencente à família das famosas ‘moscas de frutas’.

A particularidade nada convencional do inseto, é que ele é detentor do título de maior espermatozoide do mundo.

Para se ter ideia, se fosse possível traçar uma linha reta do espermatozoide produto por ela, esticando-o por completo, ele chegaria a ultrapassar os 5 cm de comprimento. O valor é mais de mil vezes o tamanho do espermatozoide humano, que mede aproximadamente 4,5 micrômetros.


Outra peculiaridade presente na Drosophila bifurca é que o trato reprodutor feminino é apenas um pouco maior que o comprimento do esperma injetado pelo macho.

Mesmo assim, é possível que várias inserções de espermatozoides sejam realizadas, que se amontoam no abdome da fêmea, em um constante processo de abarrotamento. Dessa multidão, apenas o mais forte será o esperma fecundado.

fonte:http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/4487-o-maior-espermatozoide-do-mundo-pertence-a-uma-pequena-mosca-de-fruta
por Bruno Rizzato
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Vídeo: jovem elefante escapa do ataque de 14 leoas


Visitantes do Parque Nacional de South Luangwa ficaram surpresos ao presenciarem um bando de leoas atacando um jovem elefante na rota de seu safári – e não demoraram a registrar o ataque. “Nunca vi nada como isso”, afirma Innocent, um dos guias do passeio, que acrescentou observações ao vídeo do YouTube, que já acumula cerca de 200 mil visualizações. “Estávamos todos tão preocupados que o elefante seria morto bem diante de nós. Que guerreiro”, disse.

O vídeo mostra as leoas arranhando o elefante e até mesmo pulando sobre suas costas, enquanto ele tenta se afastar e evitá-las, mesmo estando em grande desvantagem. Incrivelmente, o animal – que os turistas e guias do safári apelidaram de Hércules – escapa ileso, de acordo com site da empresa.

Segundo Joyce Poole, cofundador da organização sem fins lucrativos Elephant Voices e um explorador da National Geographic, o paquiderme não deve ter mais de dez anos de idade, estando provavelmente na faixa entre sete e oito anos. Ele explica que, normalmente, os elefantes são mesmo a espécie dominante e espantam leões muito facilmente.
“Em Botswana, eu sei de alguns bandos [de leões] especializados em elefantes”, relata o pesquisador, que trabalha no leste africano. “Eu acho que é uma espécie de cultura entre os leões que pode começar em determinadas áreas. Eles tendem a se concentrar nesses elefantes imaturos”.

Poole explica que não acredita que o bando fosse capaz de atacar um adulto ou atacar este animal em particular se ele estivesse integrado em grupo. Porém, ele não tira o crédito de Hércules. “Aquele elefante quase foi para as cucuias. Elas estavam [definitivamente] tentando matá-lo”, garante. Para o explorador, o que salvou a vida do elefante foi ter se refugiado na água.

Confira o vídeo completa abaixo: [National Geographic]



fonte:http://hypescience.com/video-jovem-elefante-escapa-ataque-de-14-leoas/
por Jéssica Maes
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quarta-feira

Rainha-cupim clona a si mesma


Mesmo reis e rainhas que têm seis pernas e vivem no subsolo não estão imunes às maquinações reais. Em uma espécie de cupins asiáticos, a rainha-cupim opta por deixar seus companheiros fora de cena quando é hora de produzir uma sucessora. Elas simplesmente clonam a si mesmas para fazer novas rainhas. Para manter genes do rei à distância, a rainha faz ovos especiais que não têm entradas para espermatozóides – todas as pontes levadiças são puxadas para cima.

A vida dos cupins Reticulitermes speratus é digna de uma série da HBO. A história começa quando uma nova colônia é fundada por um único par de cupins, o rei-cupim e a rainha-cupim. Eles acasalam da forma habitual e preenchem a colônia com os trabalhadores, os seus descendentes. Ninguém reproduz exceto o casal real. Todos neste reino humilde de sujeira conhecem seus lugares.
A rainha pode viver por mais de 11 anos, e conforme ela envelhece, a ordem das coisas começa a ficar enlameada. Novas rainhas em treinamento aparecem ao longo da colônia e começam a produzir seus próprios filhotes. Quem é o pai? O rei, mas ele não está cometendo incesto com suas filhas; não é esse tipo de drama. As rainhas secundárias são essencialmente clones da mãe, feitas a partir de seus ovos sem qualquer esperma.

Este nascimento “virgem” é chamado partenogênese. Ele é usado por muitos insetos e, ocasionalmente, por alguns lagartos, tubarões e outros vertebrados. As filhas sem pai da rainha-cupim não são clones verdadeiros, porque elas não têm o complemento genético exato de sua mãe. Metade dos genes da mãe vão para o ovo, e esses genes são duplicados para compensar a contribuição de esperma em falta.
Gradualmente, essas “rainhas secundárias” assumem a reprodução na colônia de sua mãe. Não é um sistema que deva deixar o rei muito satisfeito. Clonando a si mesma, a rainha encolhe o legado genético do rei. Então como é que ela consegue fazer isso e escapar incólume?

Os cientistas descobriram a estrutura de sucessão real do Reticulitermes speratus em 2009, mas a forma como rainhas faziam filhas sem pai permanecia um mistério. O corpo da fêmea do cupim armazena o esperma de seu companheiro e despeja um pouco em cada ovo quando eles são colocados, por isso parecia não haver maneira de evitar a fecundação.
Os pesquisadores Toshihisa Yashiro e Kenji Matsuura, da Universidade de Kyoto, no Japão, acreditam ter encontrado a resposta.
Normalmente, o esperma entra em um ovo do Reticulitermes speratus através de pequenos túneis chamados micropyles, que ficam na superfície do ovo. Os investigadores recolheram ovos de 60 colônias de cupins e descobriram que os números desses túneis variou muito. Em média, havia cerca de 9 micropyles por ovo, mas outros ovos tinham até 33, e alguns tinham apenas um.

Cada um destes ovos desenvolveu um embrião contendo DNA tanto da rainha quanto do rei, Yashiro e Matsuura descobriram. Mesmo com apenas um ponto de entrada, os espermatozóides puderam encontrar o seu caminho.
Mas, em várias colônias, os cientistas também descobriram ovos sem micropyles. As pontes foram fechadas e lacradas. Dentro destes ovos impenetráveis, os cientistas descobriram embriões com DNA apenas da rainha. Nestes estavam as futuras rainhas.
As rainhas jovens não precisam pensar em substituir a si mesmas. Assim, quando os cientistas examinaram os ovos de rainhas de diferentes idades, eles descobriram que os ovos de jovens rainhas-cupim possuíam micropyles. Somente rainhas que estavam envelhecendo produziam os ovos selados. Com o tempo de sua sucessão se aproximando, elas começam a deixar de fora o esperma e preencher a colônia com suas filhas escolhidas.
“Nós ficamos surpresos porque isso é exatamente o que prevíamos”, diz Matsuura. “É um sistema muito inteligente.” Matsuura diz que existem certas células responsáveis por formar micropyles, e a rainha produz menos dessas células conforme envelhece. Mesmo com o rei ao seu lado, isso significa que ela pode controlar a reprodução sexuada e assexuada e não há nada que ele possa fazer a respeito.
Os cientistas dizem que, uma vez que ela passa o controle para suas filhas a partir da partenogênese, a rainha fundadora pode ser considerada geneticamente imortal até a colônia morrer.

Vídeo: Veja Uma Abelha-Rainha “Mandando Ver” Em Pleno Voo

fonte:http://hypescience.com/rainha-cupim-clona-si-mesma/
por Jéssica Maes
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