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quinta-feira

Minha cadelinha virou mocinha!

Saiba o que fazer para evitar problemas quando as 'meninas' entram no cio  

por Mariana Viktor


Sua cadela pode tera até 16 filhotes por ano!
Foto: Dreamstime
1. Com que idade cadelas e gatas entram no cio?
O primeiro cio começa entre 6 e 12 meses. Ele se repete a cada seis meses nas cadelas e a cada três meses nas gatas, mas varia com doenças, clima e a presença de outros animais.

2. Quanto tempo dura o cio?
Nas cadelas, cerca de 15 dias - o período fértil acontece no fim do sangramento, do oitavo ao décimo dia. O cio das gatas dura cinco dias, mas a ovulação ocorre só no acasalamento.

3. Quais são os sintomas do cio?
Cadelas sangram, ficam inchadas e se lambem muito. Gatas miam alto e à noite.

4. O que fazer para acalmá-las?
Há hormônios para evitar o cio, mas eles causam problemas hormonais e tumores nos órgãos reprodutivos. A solução é ter paciência.

5. Como evitar que as fêmeas fujam para namorar?
Não deixe portões entreabertos e evite manter perto das janelas qualquer móvel que possa ser usado como escada para acesso à rua. Fique de olho se sua fêmea começar a cavar para passar por baixo da cerca ou do portão. Para as gatas, basta pôr telas nas janelas.

6. Como evitar que sujem os móveis?
Gatos machos e fêmeas marcam território urinando em paredes e móveis. Só a castração antes da idade reprodutiva elimina esse problema. Para evitar que as cadelas sujem a casa, use capas impermeáveis no sofá, retire os tapetes do chão e cubra o carpete.

7. Colocar fralda absorvente nas cadelas faz mal?
Por serem incômodas e causarem irritação na pele, as fraldas absorventes não são indicadas para o cio. Elas servem só para animais com incontinência urinária ou fecal. Já as calcinhas higiênicas, bem mais leves e confortáveis, são ideais para cadelas que vivem dentro de casa. Mas fique de olho: muitas fêmeas mastigam e comem esse acessório! Lembre-se de tirar a calcinha para arejar a região e para que ela possa fazer xixi. Nas gatas, a calcinha não é necessária, porque elas não sangram quando entram no cio.

8. Se não castrar, quantos filhotes podem nascer?
Depende da raça. Cadelinhas de pequeno porte têm no máximo dois filhotes por gestação, enquanto as grandes podem ter sete ou oito crias. Gatas costumam parir quatro gatinhos. Por ano, isso dá até 16 cãezinhos e 16 miauzinhos!

9. Quanto custa manter a ninhada até doar os filhotes?
Considerando vacina, vermífugo e ração, um filhote de pequeno porte custa cerca de R$ 100 por mês, mais acessórios e veterinário.

10. Por que é importante castrar?
Além de eliminar de uma vez por todas os incômodos do cio, a castração das fêmeas evita que surjam infecções, tumores, hemorragias e gravidez psicológica. Nos machos, previne tumor de próstata e de testículos. Em ambos os sexos, a castração diminui o risco de fugas.
Conteúdo do site ANAMARIA

O gato que pensa que é morcego

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Esse gato tem o costume engraçado de ficar pendurado de cabeça para baixo como se fosse um morcego em cima da porta para ficar brincando com o rabo



Lontras brincando de escorregar na neve

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Um grupo de Lontras que adora brincar de escorregar na neve

Uma das brincadeiras favoritas do grupo é descer a montanha escorregando de barriga até a água como se estivessem em um tobogã



quarta-feira

Penitenciária de Santa Catarina troca cães por gansos para evitar fugas

publicado em 09/12/2009

Direção de complexo de São Pedro de Alcântara diz que as aves são mais agressivas
Do R7, com Record News

O complexo penitenciário de São Pedro de Alcântara, no Estado de Santa Catarina, trocou os tradicionais cães de guarda por gansos para garantir que os presos não escapem. A ideia, que partiu da direção do presídio, foi adotada após um churrasco em um sítio, onde o próprio dono das aves foi atacado.

Mais agressivos que os cães, os gansos não criam laços de intimidade com as pessoas e gritam quando percebem qualquer movimentação, segundo a administração do presídio. O local, que tem 1.200 presos, não é o único a fazer a troca de animais. Presídios em São Paulo e Rio Grande do Sul também já adotaram essa medida.



Camelos são mortos a tiros em cidade da Austrália

publicado em 09/12/2009

Autoridades ordenaram o abate dos animais, que destroem casas e plantações
do R7

Autoridades australianas autorizaram a caça de camelos selvagens na cidade de Docker Rio, na região central do país. Pelo menos seis mil animais invadiram a área em busca de água.

Os camelos estão sendo levados para o deserto e, lá, são abatidos por atiradores em helicópteros.

Os animais não são nativos da Austrália, mas foram trazidos por exploradores na década de 1940.
Sem predadores naturais, os camelos se reproduziram descontroladamente. Sua população chegou a mais de um milhão de indivíduos.



  

terça-feira

Pasquale, o papagaio que não cansa de bicar!

8 dezembro 2009

Por Equipe Cão Cidadão
Pasquale
O Pasquale é um lindo Papagaio do Congo que convive há três meses com o dono, Rochester Salatino, e várias outras pessoas. A intenção do dono é que o Pasquale se torne mais dócil e de fácil manejo, acostumado com pessoas, inclusive crianças pequenas.
Mas não é esta a realidade que Rochester vem enfrentando, já que o papagaio sempre acaba dando doloridas bicadas em todos que tentam chegar perto dele…

O motivo das bicadas

A explicação para o comportamento do Pasquale é simples, como bem salientou o Dr. Pet quando de seu primeiro encontro com Rochester: aves em geral são bastante sensíveis, e especificamente os papagaios usam o bico para “testar” a firmeza do local onde vão pisar. Ora, se a mão ou dedo de uma pessoa que tenta pegá-lo mostra-se instável, ele bica ainda mais forte e o comportamento vai sendo cada vez mais reforçado!PasqualeII
Técnica do terromoto e uso da luva

E a técnica para conter este comportamento é bastante simples: basta mostrar à ave que o local onde ela está pisando é ainda mais instável que o dedo da pessoa! E como fazer isso? Inicialmente, utilizando um poleiro onde a ave estará inicialmente, que deve ser girado rapidamente cada vez que o papagaio hesitar ou tentar bicar as pessoas. Assim, concluirá que o dedo da pessoa é uma superfície segura, onde se sentirá bem.
PasqualeIII
Mas uma questão foi muito bem notada, após alguns treinos, inclusive com crianças: se a pessoa fica com medo de ser bicada e tira a mão ao ser tocada com o bico, de nada adiantará o treinamento, pois Pasquale continuará achando que conseguir “afastar o perigo” com o bico.
Por este motivo, Dr. Pet também sugeriu a utilização de uma luva de material grosso (também pode ser uma luva de falcoaria), para manuseio do Pasquale, já que tal utensílio dá mais segurança àqueles que manuseiam o papagaio.
Teste Final
Após uma semana de treinos bem divertidos com Pasquale, o Dr. Pet voltou para verificar como a linda ave estava se comportando.
E qual não foi sua surpresa ao constatar que Rochester estava conseguindo até fazer carinhos na cabeça de Pasquale, sem qualquer sinal de receio por parte deste! Além disso, pegá-lo estava, realmente, muito mais fácil, pois o papagaio não mais se mostrava tão receoso diante das mãos que o manuseavam.
E várias crianças foram convocadas para interagir com Pasquale, que se mostrou muito receptivo, até porque acabava ganhando apetitosos petiscos de seus novos amigos! E o melhor: não mostrou-se inseguro em nenhum momento, não tentando bicar qualquer das crianças!
PasqualeV
A nota do Dr. Pet para o desempenho do Pasquale não poderia ser outra: um gratificante 10!!
Resumão
Papagaios devem ser manuseados com bastante cuidado, pois são sensíveis e podem tornar-se medrosos. Bicam tudo antes de pisar, para verificar se a superfície é firme. Assim, acabam bicando as mãos das pessoas.
Para evitar bicadas doloridas, indica-se a utilização da “técnica do terremoto”, onde o local onde a ave está é balançado, para que ela seja encorajada a ir para o outro local.
Luvas grossas ajudam o treino, pois permitem que as pessoas sintam-se mais seguras, ao saber que não serão machucadas graças a esta proteção.
Nunca é demais lembrar que animais silvestres, exóticos ou selvagens só podem ser adquiridos com a devida autorização do IBAMA e devem ser mantidos e tratados com o zelo e cuidados adequados à espécie.

Enquanto isso: nos bastidores….

Durante as gravações deste episódio, várias pessoas, especialmente no início do treinamento  – inclusive o próprio Dr. Pet – acabaram tomando algumas bicadas do desconfiado Pasquale!
PasqualeVI
A Estopinha, dedicada ajudante do Dr. Pet, não resistiu à tentação e, ao ser solicitada a levar um poleiro para o “pai” utilizar, acabou desviando do caminho para ir brincar com vários “amigos caninos” que a observavam atrás de uma cerca!

Texto: Cassia R. C. dos Santos
Fotos: Denise Falck
Revisão e Edição Final: Alex Candido

UFSM investiga morte de gato

08/12/2009 | 03h25min
Manifestantes fizeram protesto diante da reitoria da universidade - Lauro Alves
Manifestantes fizeram protesto diante da reitoria da universidade
Foto:Lauro Alves



E-mails relatam que estudantes torturaram bicho, mas suspeitos dizem que animal estava à morte

Um suposto caso de maus-tratos a um gato na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) motivou ontem um protesto diante do prédio da reitoria.

Protetores dos animais, estudantes e professores exigiram a apuração dos fatos. O reitor, Clovis Lima, recebeu os manifestantes e garantiu que o caso será investigado. Uma sindicância já havia sido aberta na semana passada.

A razão da polêmica é a suspeita de que o gato tenha sido torturado e morto com crueldade. Um universitário de 25 anos, do mestrado de Zootecnia, confirmou ser o responsável. Alega ter sacrificado o animal por ele estar agonizando no setor de suínos do curso.

A morte ocorreu no dia 19 de novembro. O mestrando teve a colaboração de um estudante de 22 anos.

– Peguei uma faca e fiz a sangria, para evitar que ele ficasse sofrendo – disse o universitário de 25 anos.

Durante esse processo, segundo o seu relato, foi mordido. Para certificar-se de que não corria risco de doença, pediu ao estudante mais novo que levasse a cabeça do gato para análise no Hospital Veterinário, onde seria avaliado se o animal tinha raiva. A versão que provocou indignação entre colegas da universidade é diferente. Nos últimos dias, correntes de e-mail e comentários postados em sites sustentam que o gato foi torturado até a morte. Sentindo-se ameaçados pelos comentários, os dois estudantes envolvidos registraram ocorrência policial.

Os ataques à dupla se multiplicaram a partir do momento em que espalhou-se entre estudantes de Veterinária a informação de que uma cabeça de gato havia sido encaminhada para análise no laboratório de patologia animal do hospital.

– O que posso dizer é que recebemos uma cabeça de gato para ver se o animal tinha ou não raiva. O exame deu negativo para a doença, e constatamos que havia fraturas nessa cabeça. O que provocou esse traumatismo e o que foi feito do resto do corpo do gato, não sei dizer – afirmou o veterinário Claudio Barros.
ZERO HORA

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