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quinta-feira

Cientistas descobrem partes de dinossauro de 66 milhões de anos

Apelidado de "frango do inferno", dinossauro pesava 225 quilos.
Espécie tinha a cabeça parecida com a de um frango e plumas.

Tyler Lyson (esquerda) e Hans Sues, ambos do Instituto Smithsonian, mostram o crânio reconstruído do dinossauro Anzu wyliei (Foto: AP Photo/Smithsonian Institution, Brittany M. Hance)

Cientistas encontraram as partes do que chamam de "frango do inferno", um dinossauro de 225 quilogramas com garras afiadas que viveu na América do Norte há 66 milhões de anos, segundo um artigo publicado nesta quarta-feira pela "Public Library of Sciences" (PLoS).
"Era um animal de rapina gigante com a cabeça como a de um frango e, presumivelmente, plumas", afirmou Emma Schachner, da Universidade de Utah (EUA) e coautora de um novo estudo sobre o dinossauro. De acordo com ela, o animal, batizado de Anzu wiliei, alcançava um comprimento de até 3,35 metros e causaria espanto se alguém o encontrasse no meio do caminho.
Matt Lamanna, do Museu Carnegie de História Natural em Pittsburgh (Pensilvânia), disse que o nome "frango do inferno" surgiu de uma brincadeira, mas que, para ele, parece muito apropriado.

O nome científico combina a palavra "anzu", o gigante pássaro da mitologia da Suméria, com "wiliei" por conta de um menino chamado Wylie que é fã de dinossauros e é neto de um dos membros do conselho curador do Museu Carnegie.
Os cientistas acharam três esqueletos parciais do dinossauro - que formam quase um esqueleto completo - durante uma escavação no nível superior da formação rochosa Hell Creek, em Dakota do Norte e Dakota do Sul. A área é conhecida pelos paleontólogos pela abundância de fósseis de outros dinossauros como o tiranossauro e o tricerátopo.
Hans Dieter Sues e Tyler Lyson, do Museu de História Natural do Instituto Smithsonian em Washington, que participaram do estudo, descrevem o Anzu wiliei como o maior ovirraptorossauro achado na América do Norte.
O termo significa, literalmente, um dinossauro que rouba ovos, e designa um grupo de dinossauros estreitamente vinculados com as aves. Esses dinossauros frequentemente tinham estranhas cristas na cabeça, parecidas à do casuar, uma ave típica da Nova Guiné e Austrália que não voa e está relacionada com a ema e o avestruz.
O Anzu wiliei é, além disso, um dos ovirraptorosauros mais jovens conhecidos, ou seja, viveu muito perto do período de extinção dos grandes dinossauros. Os cientistas acreditam que ele tinha garras longas e afiadas, e era onívoro, e que, principalmente, comia vegetação, animais pequenos e os ovos de outros bichos.
Emma disse que os dois exemplares agora em exibição mostram sinais de patologia: um aparentemente teve uma costela fraturada e curada e o outro mostra uma forma de trauma em um dedo da pata traseira.

Reprodução do esqueleto do 'frango do inferno' está no Museu de História Natural de Carnegie (Foto: Carnegie Museum of Natural History/AP)

Concepção artística mostra dinossauro da espécie Anzu wyliei (Foto: Reuters/Bob Walters/Handout via Reuters)

fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/03/cientistas-descobrem-partes-de-dinossauro-de-66-milhoes-de-anos.html
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quarta-feira

'Cão leão' é vendido por R$ 4,4 milhões em evento na China

Mastin tibetano foi arrematado durante exposição na província de Zhejiang.
Animais chamam atenção por serem comparados a leões

Um mastim tibetano foi vendido na China por quase dois milhões de dólares, uma das maiores quantias pagas por um cão no mundo, informa a imprensa chinesa.
O comprador, um rico promotor imobiliário, pagou 12 milhões de yuanes (mais de R$ 4,4 milhões) para adquirir o animal de um ano de idade e 90 kg em uma exposição na província de Zhejiang, informa o jornal "Qianjiang".

Mastins tibetano à esquerda foi vendido por mais de R$ 4,4 milhões em evento na China (Foto: STR/AFP)

Os mastins tibetanos são comparados frequentemente aos leões por sua impressionante semelhança. A raça passou a ser muito cobiçada pelos milionários chineses e virou símbolo de status social.
O preço dos animais disparou nos últimos anos.

"Têm sangue de leão e são a flor e a nata dos machos reprodutores na família dos mastins", afirmou o criador Zhang Gengyun ao jornal Qianjiang.

A raça, que em alguns casos pode ser agressiva, se adapta às condições climáticas extremas e à altitude. Tradicionalmente os mastins são muito apreciados pelos pastores nômades da Ásia Central.
Os proprietários os consideram bons cães de guarda e muito leais.

Animais são famosos devido a semelhanças com um leão (Foto: STR/AFP)

fonte:http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/03/cao-leao-e-vendido-por-r-44-milhoes-em-evento-na-china.html
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Joaninhas são tão rápidas quanto cavalos de corrida, voam a 1,1 km de altura por 119 km seguidos!


Ainda que elas tenham um tamanho aproximado de um dedo humano, especialistas descobriram que os insetos podem alcançar a mesma velocidade que um cavalo de corrida e voar em altitudes bem relevantes.

Pela primeira vez, um estudo detalhado mostrou insetos viajando em alturas superiores a 1 km e atingindo uma velocidade de 59 km/h. Os pesquisadores também examinaram a resistência dos insetos e descobriram que eles eram capazes de permanecer no ar por até duas horas.

Até agora, os cientistas acreditavam que o voo de uma joaninha não passava de 2 metros de distância no seu alcance. Entretanto, os novos dados mostram que elas podem realmente viajar até 119 quilômetros em um único vôo, devido a sua alta velocidade.

O estudo da joaninha comum foi realizado utilizando-se um dispositivo de monitoramento em Rothamsted Research, uma instituição de pesquisa agrícola em Harpenden, Hertfordshire, Inglaterra. Tratava-se de uma análise de dados registrados ao longo de mais de uma década entre duas espécies diferentes, a joaninha de sete pontos e a joaninha arlequim.

Dr. Lori Lawson Handley, da Universidade de Hull, que liderou o estudo, disse: "Quando as vimos nos espaços para vôo, mal podíamos mantê-las sobre controle. Elas eram tão incrivelmente rápidas, pois são feitas para voarem muito bem”.

O equipamento de gravação usado pelos pesquisadores envia sinais de radar na vertical, em forma de cone, a uma altitude de quase 1,5 km. Ele é capaz de detectar o sentido de voo, de velocidade e altitude, de todos os objetos que passam através deste espaço aéreo. Ele também pode detectar o tamanho e a forma de cada item, o que permitiu que a equipe identificar as joaninhas e seus respectivos desempenhos. Enquanto a maioria das joaninhas foi detectada em altitudes mais baixas, entre 152 m e 487 m, a maior altura registrada foi de cerca de 1,1 km.


Há 46 espécies de joaninhas na Grã-Bretanha, mas a sete pontos e a arlequim são as mais numerosas. No mundo, são centenas. Os insetos voam puxando seus distintos ‘cascos vermelho e preto’, denominado élitro, que é usado como protetor das asas anteriores, para proteger os insetos e ajudar a mantê-los estáveis em seu voo, enquanto as asas posteriores mais finas são usados para ajudá-los na alimentação.

Os cientistas descobriram que suas asas batem cerca de 85 vezes por segundo, de forma contínua durante todo o voo. As joaninhas contam com uma dieta rica em proteína, principalmente oriunda de pulgões, para obter energia suficiente para permanecerem no ar.

A pesquisa, publicada na revista PLoS ONE, também descobriu que a velocidade média registrada foi de 32 km/h, embora algumas foram registradas com quase o dobro dessa velocidade. As joaninhas mais rápidas foram vistas nas maiores alturas, onde elas foram capazes de tirar mais proveito da velocidade dos ventos fortes.

O equipamento de monitoramento não foi capaz de determinar em que medida a sua velocidade de voo era devido ao vento forte. No entanto, altas velocidades também foram observadas em uma segunda vertente da pesquisa, que envolveu estudar o voo dos insetos em uma caixa isolada em um laboratório.

O tempo médio de voo foi de cerca de 37 minutos, mas para a surpresa dos pesquisadores, elas conseguiram permanecer no ar por até duas horas.

Dr. Lawson Handley afirma: "Nós estávamos esperando um tempo de duração de 15 minutos. Isso significa que, se elas estão voando em sua velocidade máxima de 59 km/h durante duas horas, eles podem cobrir mais de 100 km com muita facilidade. Se elas estão fazendo isso no campo, nós não sabemos. Elas têm essa capacidade. Este é um outro lado das joaninhas que as pessoas não sabem".

Fonte: Daily Mail Foto: Reprodução / Wikipédia e ImagesHacker
fonte:http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/3741-joaninhas-sao-tao-rapidas-quanto-cavalos-de-corrida-voam-a-11-km-de-altura-por-119-km-seguidos
por Priscila Nayade
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Fotos: Esquisitos

Sapo de Bornéu



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Fotos: Saiga

Saiga

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sábado

Conheça Jonathan, a tartaruga que é o animal mais velho do mundo

Reprodução/BBC

Você conhece Jonathan? Não? Pois ela é uma tartaruga de 182 anos e também o animal mais velho conhecido na Terra. Ela vive até hoje na ilha de Santa Helena, onde nasceu no século 19. As informações são da BBC.

"Ele é praticamente cego, por causa da catarata, e não tem mais olfato, mas sua audição é boa", diz Joe Hollis, guia turístico em Santa Helena.

Jonathan é uma tartaruga-das-Seychelles, espécie quase em extinção no mundo. Ele vive junto de outras duas espécies raras:Myrtle e Fredika, jabutis-gigantes-de-aldabra.

fonte:https://br.noticias.yahoo.com/blogs/eita/conhe%C3%A7a-jonathan--a-tartaruga-que-%C3%A9-o-animal-mais-velho-do-mundo-185035998.html
Por Redação Yahoo! Brasil | Eita!
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