quinta-feira
terça-feira
Reveja entrevista exclusiva com treinadora que morreu atacada por orca
13:06
CALDEIRÃO DO SEVERO
publicado em 02/03/2010 às 11h21:
Celso Cavallini, do Hoje em Dia, entrevistou a treinadora em 2009, no parque onde ela trabalhava com as orcas. Na época, treinadora afirmou que as baleias são gentis e brincalhonas.
segunda-feira
Salamandra
16:06
CALDEIRÃO DO SEVERO
Salamandra: ele permanece em sua forma larval durante toda a sua vida e nunca se torna adulto. Também está ameaçada de extinção devido à destruição do habitat e a poluição da água.
Peixe ogro
16:00
CALDEIRÃO DO SEVERO
Peixe ogro: suas presas são tão longas que deslizam nos bolsos, especial no céu da boca quando a mandíbula está fechada.
sexta-feira
Vídeo mostra momentos antes da morte de treinadora por orca
15:31
CALDEIRÃO DO SEVERO
26/02/10 - 14h43
Site americano postou filmagem com quase 7 minutos feita por turista.
Tilikum brincava com Dawn Brancheau e era alimentada com peixes.
Tilikum brincava com Dawn Brancheau e era alimentada com peixes.
Do G1, em São Paulo
Clique aqui para assistir ao vídeo
No vídeo, filmado por um turista, Dawn alimentava e brincava com Tilikum. Para várias organizações de proteção aos animais dos Estados Unidos ouvidas pelo G1, o ataque não é só mais um episódio isolado. Elas são contrárias à manutenção desses animais em cativeiro, e afirmam que os bichos ficam muito estressados quando estão presos.
Leia também:
Orcas em cativeiro causam acidentes porque ficam estressadas, dizem ativistas
“Confinar um animal de 5,5 toneladas em uma piscina é equivalente a confinar uma pessoa de 68 quilos em uma banheira de hidromassagem para o resto da vida”, afirmou ao G1 por e-mail a advogada Joyce Tischler, uma das fundadoras do Fundo de Defesa Legal dos Animais, que atua nos EUA.
Cientistas identificam fóssil de peixe gigante de 66 milhões de anos
15:26
CALDEIRÃO DO SEVERO
19/02/10 - 14h07
Espécie teria desaparecido na mesma época em que os dinossauros, de acordo com especialistas.
Da BBC
Os mares pré-históricos estavam cheios de peixes gigantescos que se alimentavam de plânctons e que desapareceram na mesma época em que os dinossauros, sugere uma pesquisa recém-publicada.
Cientistas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos estudaram fósseis que mostram que o peixe existiu entre 66 milhões e 172 milhões de anos atrás.
Eles acreditam que pode se tratar de "uma parte que faltava na história evolucionária de peixes, mamíferos e ecossistemas do oceano".
A descoberta foi divulgada na última edição da revista "Science".
A equipe internacional que realizou o estudo incluiu acadêmicos das universidades de Glasgow e Oxford, Universidade DePaul, em Chicago, Universidade Fort Hays, no Kansas, e Universidade do Kansas.
Nova espécie
O projeto começou em Glasgow, com uma análise dos despojos de um peixe gigantesco do período Jurássico, o Leedsichthys, em conjunto com a escavação de uma nova espécie da mesma criatura em Peterborough.
Jeff Liston, da Universidade de Glasgow, chefiou a escavação em Peterborough e achou que a nova espécie era uma anomalia.
"O avanço veio quando descobrimos outros fósseis, semelhantes aos Leedsichthys, mas em rochas muito mais recentes", disse.
"As amostras indicaram que havia peixes que se alimentavam por filtragem há muito mais tempo do que pensávamos."
Liston disse que a partir daí os pesquisadores começaram a reavaliar coleções de museus e a descobrir essa característica em fósseis no mundo inteiro, que não tinham sido muito estudados ou que haviam sido identificados de maneira errada.
Vários dos novos fósseis mais importantes - todos da mesma família de peixes dos Leedsichthys - vieram de locais no Kansas.
Outros fósseis foram encontrados em áreas em Dorset e Kent, na Grã-Bretanha, e no Japão.
Mamíferos
"Foi só depois que esses peixes desapareceram do ecossistema é que mamíferos e peixes cartilaginosos como a arraia manta, tubarão-peregrino e tubarão baleia começaram a se adaptar àquele papel ecológico", disse Liston.
O cientista disse que a descoberta tem "implicações para o nosso entendimento da produtividade biológica em oceanos modernos e como a produtividade mudou ao longo do tempo".
Uma das amostras mais bem preservadas do Kansas tinha sido considerada previamente semelhante a um tipo de peixe-espada.
Quando membros da equipe começaram a limpar a amostra, descobriram um vão sem dentes na boca, com uma ampla rede de placas ossudas alongadas para extrair grandes quantidades de plâncton microscópico.
A equipe deu o nome de Bonnerichthys a esse peixe com um comprimento de quatro a cinco metros, em uma homenagem à família do Kansas que descobriu o fóssil.
Espécie teria desaparecido na mesma época em que os dinossauros, de acordo com especialistas.
Da BBCcrédito: Robert Nicholls (paleocreations.com)
Peixe grande - Representação artística de como seriam os 'Leedsichthys'
Os mares pré-históricos estavam cheios de peixes gigantescos que se alimentavam de plânctons e que desapareceram na mesma época em que os dinossauros, sugere uma pesquisa recém-publicada.
Cientistas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos estudaram fósseis que mostram que o peixe existiu entre 66 milhões e 172 milhões de anos atrás.
Eles acreditam que pode se tratar de "uma parte que faltava na história evolucionária de peixes, mamíferos e ecossistemas do oceano".
A descoberta foi divulgada na última edição da revista "Science".
A equipe internacional que realizou o estudo incluiu acadêmicos das universidades de Glasgow e Oxford, Universidade DePaul, em Chicago, Universidade Fort Hays, no Kansas, e Universidade do Kansas.
Nova espécie
O projeto começou em Glasgow, com uma análise dos despojos de um peixe gigantesco do período Jurássico, o Leedsichthys, em conjunto com a escavação de uma nova espécie da mesma criatura em Peterborough.
Jeff Liston, da Universidade de Glasgow, chefiou a escavação em Peterborough e achou que a nova espécie era uma anomalia.
"O avanço veio quando descobrimos outros fósseis, semelhantes aos Leedsichthys, mas em rochas muito mais recentes", disse.
"As amostras indicaram que havia peixes que se alimentavam por filtragem há muito mais tempo do que pensávamos."
Liston disse que a partir daí os pesquisadores começaram a reavaliar coleções de museus e a descobrir essa característica em fósseis no mundo inteiro, que não tinham sido muito estudados ou que haviam sido identificados de maneira errada.
Vários dos novos fósseis mais importantes - todos da mesma família de peixes dos Leedsichthys - vieram de locais no Kansas.
Outros fósseis foram encontrados em áreas em Dorset e Kent, na Grã-Bretanha, e no Japão.
Mamíferos
"Foi só depois que esses peixes desapareceram do ecossistema é que mamíferos e peixes cartilaginosos como a arraia manta, tubarão-peregrino e tubarão baleia começaram a se adaptar àquele papel ecológico", disse Liston.
O cientista disse que a descoberta tem "implicações para o nosso entendimento da produtividade biológica em oceanos modernos e como a produtividade mudou ao longo do tempo".
Uma das amostras mais bem preservadas do Kansas tinha sido considerada previamente semelhante a um tipo de peixe-espada.
Quando membros da equipe começaram a limpar a amostra, descobriram um vão sem dentes na boca, com uma ampla rede de placas ossudas alongadas para extrair grandes quantidades de plâncton microscópico.
A equipe deu o nome de Bonnerichthys a esse peixe com um comprimento de quatro a cinco metros, em uma homenagem à família do Kansas que descobriu o fóssil.
Peixe Corcunda
15:55
CALDEIRÃO DO SEVERO
Peixe Corcunda: este é do sexo feminino, aproximadamente o tamanho de uma bola de tênis. O macho é menor, aproximadamente do tamanho de um feijão, e acasala com a fêmea trancando-a com seus dentes afiados, bebendo seu sangue e o esperma é fornecido.








