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sexta-feira

Nova espécie de boto é descoberta no Brasil e já corre risco

Foto: Imagem meramente ilustrativa

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas descobriram uma nova espécie de golfinho de rio no Brasil, chamado de "boto Araguaia". É o primeiro achado do tipo no mundo em quase 100 anos. O nome é referência ao local onde foi encontrado, na Bacia do rio Araguaia. A descoberta foi descrita em artigo publicado na revista científica Plos One.

Esta espécie, denominada Inia araguaiaensis, é o quinto golfinho de rio conhecido no mundo, o que o torna um animal muito raro. A última espécie de golfinho ribeirinho a ser descrita, em 1918, foi o baiji chineses, que foi considerado extinto por volta de 2006.

Três das quatro espécies previamente conhecidas estão ameaçadas de extinção, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

No artigo publicado na revista científica, os cientistas estimam que existem cerca de 1.000 botos araguaias. Eles sugerem que o animal seja listado como "vulnerável" à extinção pela IUCN.

As principais ameaças, dizem os pesquisadores, são a fragmentação devido ao desenvolvimento que invade áreas de proteção e a construção de hidrelétricas na região amazônica.

Diferentes mas nem tanto
Durante a realização de pesquisas, os cientistas da Universidade Federal do Amazonas se depararam com um grupo de golfinhos em uma bacia do Rio Amazonas. Duas espécies de boto eram conhecidos por habitar a região, mas eles notaram que um determinado grupo foi separado dos outros por uma série de corredeiras e um canal. Isso os levou a suspeitar que o grupo que tinham encontrado poderia ser uma espécie distinta .

A equipe realizou testes para estudar as seções do DNA nuclear e mitocondrial de três espécies distintas. As conclusões indicaram que as espécies recém-descobertas de fato se desenvolveram separadamente dos tipos previamente conhecidos.

Os pesquisadores também realizaram testes para comparar as estrutruras físicas dos animais. Observando machos e femêas, eles encotraram pequenas diferenças no número e na forma de seus dentes e crânios.

Diante das evidências, a hipótese levantada foi de que os indivíduos do Araguaia representam um grupo biológico distinto, que provavelmente foi separado de outras espécies de golfinhos mais de dois milhões de anos atrás.

Biodiversidade desconhecida
Segundo os cientistas, o achado deixa uma mensagem clara. "Esta descoberta destaca a imensidão do déficit em nosso conhecimento da biodiversidade, bem como a vulnerabilidade da biodiversidade frente as ações do homem em uma paisagem cada vez mais ameaçada", afirmam.

Eles esperam que o estudo forneça um impulso para programas de reanálise taxonômica e de proteção dos ecossistemas aquáticos do Araguaia e Amazônia, bem como estimular análises históricas sobre a relação das duas bacias.

fonte:http://www.correiodoestado.com.br/noticias/nova-especie-de-boto-e-descoberta-no-brasil-e-ja-corre-risco_206000/
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terça-feira

Sauditas disputam prêmio de R$ 124 mil em campeonato com falcões

Evento foi realizado em deserto próximo à cidade de Tabuk.
Participantes lutaram pelo posto de falcão mais rápido ao capturar presa.

Em um deserto próximo à cidade de Tabuk, na Arábia Saudita, competidores com seus falcões se reuniram para a realização de um campeonato para ver qual a ave mais rápida para capturar sua presa.
Os participantes soltam os animais, que precisam pegar as presas o mais rápido possível, e o vencedor leva um prêmio de mais de R$ 124 mil.
Falcões são parte importante da vida dos beduínos sauditas, que utilizam as aves para caçar coelhos e outros animais do deserto.

Homem se prepara para soltar falcão durante competição na Arábia Saudita (Foto: Mohamed Al Hwaity/Reuters)

Competição realizada em deserto próximo a cidade de Tabuk mostra qual o falcão mais rápido (Foto: Mohamed Al Hwaity/Reuters)

Saudita libera ave para a caça durante campeonato de falcões (Foto: Mohamed Al Hwaity/Reuters)

Falcão é flagrado segurando sua presa durante competição na Arábia Saudita (Foto: Mohamed Al Hwaity/Reuters)

Participantes disputaram prêmio de mais de R$ 124 mil em campeonato com falcões (Foto: Mohamed Al Hwaity/Reuters)

fonte:http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/01/sauditas-disputam-premio-de-r-124-mil-em-campeonato-com-falcoes.html
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Gavião perde 'briga' com cobra em pleno ar e é levado ao chão nos EUA

Fotógrafo registrou ave 'assustada' após cobra se enrolar em seu corpo.
Réptil conseguiu se soltar e fugir do predador.

O fotógrafo americano David Austin publicou uma foto em seu perfil no Instagram que mostra um gavião que "se deu mal" ao capturar uma cobra, que virou o jogo e conseguiu derrubar a ave no chão durante o voo.

Gavião fez 'cara de assustado' ao perder briga em pleno ar e ter que soltar cobra após ser levado ao chão (Foto: Reprodução/Instagram/draustin82)

O americano contou ao site "LAist" que estava em Los Angeles, na Califórnia (EUA), quando viu a ave no chão, pensando que o animal tivesse sido atropelado.
Porém, logo em seguida, viu que o gavião estava segurando uma cobra, que se enrolou em seu corpo e fez com que o pássaro caísse no meio de uma rua.
"Ficamos por perto para que carros não passassem por cima deles e, uma vez que a cobra se soltou, o gavião também saiu voando", contou Austin.
De acordo com o fotógrafo, nenhum dos animais parecia ferido depois da "briga".

fonte:http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/01/gaviao-perde-briga-com-cobra-em-pleno-ar-e-e-levado-ao-chao-nos-eua.html
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sexta-feira

Porco-espinho cai de poste e fere cabeça de moradora da Gávea, no Rio

Sandra admite ter sofrido muita dor após o incidente Foto: Divulgação / Sandra Nabuco

Um porco-espinho despencou de um poste e feriu a cabeça de uma moradora da Gávea, na Zona Sul do Rio, na noite da última quarta-feira. A dona de casa Sandra Nabuco, de 52 anos, estava passeando com seu cachorro quando o incidente aconteceu. Ela teve cerca de 200 espinhos fincados em seu couro cabeludo e precisou ser encaminhada para o hospital Miguel Couto, no mesmo bairro, para receber ajuda médica.
- Foi um susto enorme. Eu estava caminhando com meu cãozinho na Avenida Marquês de São Vicente, na Gávea, perto do Instituto Moreira Salles, quando, do nada, senti um baque na minha cabeça. Olhei para o chão, vi um bicho. Coloquei a mão na minha cabeça e senti os espinhos. A dor era enorme - lembra Sandra.
Em seguida, a dona de casa conta que pediu ajuda a um porteiro de um prédio próximo. Nesse momento, eles viram o porco-espinho que a havia atingido passando por uma das grades da construção.
Depois, ela pegou seu animal de estimação e foi para casa.
- Eu pedi ajuda de vizinhos para procurar ajuda médica. Como na minha rua sempre tem um carro da Polícia Pacificadora estacionado, pedimos ajuda e os agentes me levaram até o hospital Miguel Couto.

Sandra Nabuco teve 150 espinhos presos em seu couro cabeludo Foto: Divulgação / Sandra Nabuco

Sandra diz que, na unidade de saúde, todos ficaram impressionados com o que havia acontecido com ela.
- Eu ainda estava meio desorientada. Fui atendida por cirurgião do plantão, que tirou os espinhos do meu couro cabeludo com uma pinça. Tudo sem anestesia. Eu e o médico paramos de contar a quantidade de espinhos quando chegamos em 150. Foram cerca de 200.

Mais de 150 espinhos foram retirados do couro cabeludo de Sandra Foto: Divulgação / Sandra Nabuco

Depois de atendida, ela foi liberada e voltou para casa. Ela, agora, está tomando medicamentos, como antibióticos e antialégicos, para acelerar a cicatrização dos furos em seu couro cabeludo e evitar que esses infeccionem.
Através do Facebook, Sandra publicou uma foto de sua cabeça cheia de espinhos e impressionou internautas. Ela afirma ter feito isso para avisar ao filho que mora longe, e para alertar aos moradores da Gávea sobre possíveis acidentes como o dela.
- Eu sou uma mulher forte, se fosse um idoso ou uma criança, matava. Eu também me preocupo com os animais. Já haviam me contado que havia um casal de porcos-espinhos pela região, mas, até então, nunca o tinha visto.
Por ser uma região muito arborizada, a Gávea costuma ter animais silvestres, como pequenos micos e gambás, passeando por sua vegetação.
De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, que confirmou o caso, nos incidentes com ferimentos causados por esses animais, a orientação é que o paciente procure uma unidade de atendimento para ser medicado.


fonte:extra.globo.com/noticias/rio/porco-espinho-cai-de-poste-fere-cabeca-de-moradora-da-gavea-no-rio-11320395.html
por Fabrício Provenzano
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Yorkshire - o menor e mais encantador terrier

Getty Images - Thinkstock

Quem não se lembra de Gisele Bundchen levando sua pequena cachorrinha Vida por onde quer que fosse? Os Yorkshires, raça da cadelinha Vida, são muito pequenos e companheiros, e por conta destas características são habitualmente vistos em situações do dia a dia com seus donos. É normal encontrá-los em shoppings, restaurantes, lojas e em muitos outros lugares. Mas engana-se quem acredita que lugar de Yorkshire é no colo! Este e outros mitos sobre a raça serão desvendados pela veterinária Geovana Angélico neste guia para você esclarecer todas as suas dúvidas a respeito deste pequeno e lindo cão.

Origem da raça:
Muitos apontavam a raça como um acidente de cruzamentos, já que ela surgiu no século XVIII quando famílias de camponeses da Escócia se mudaram para o condado de Yorkshire, na Inglaterra, devido a Revolução Industrial. As famílias levaram consigo seus pequenos cães terrier e o cruzamento dessas raças originaram o conhecido e adorado Yorkshire.
Em 1880 a raça chegou a América, mas a diferença entre os tamanhos dos exemplares fez com que, pouco tempo depois, América e Europa optassem pela preferência dos cães de menor tamanho e de pelagem mais longa.

Raças similares:
Seu surgimento aconteceu através de cruzamentos entre uma variedade de terriers. Podemos ver muitas semelhanças desta raça com os cães da raça Paisley Terrier, Clydesdale Terrier, Skye Terrier, Airedale Terrier e English Black de pelo duro. Outras raças como o Tan Terrier, Dandie Dinmont Terrier e Maltês também possuem algumas características semelhantes.

Características físicas principais:
O cão é de porte pequeno e pode pesar até 3,5kg. Não há peso mínimo para a raça, pois há exemplares que nascem bem pequenininhos. Estes cães - menores que a maioria - é um acaso nos nascimentos. Não se deve em hipótese alguma estimular a miniaturização da raça e dar credibilidade a criadores que afirmam vender yorkshires 'mini', 'zero', 'micro' ou 'anão'. Os cães muito menores que a maioria apresentam problemas como moleira aberta, epilepsia, hidrocefalia e fragilidade excessiva.
Suas orelhas, segundo o padrão, devem ser eretas em formato de V e sua cauda deve ser cortada - estas características acabavam fazendo com que criadores cortassem as orelhas e os rabos dos cães enquanto eram filhotes, muita atenção com estas características, pois esta prática foi proibida em 2013 e considerada mutilação e tortura ao animal. Se você comprar um cão com cauda ou orelhas mutiladas, o procedimento certamente foi feito clandestinamente.

Pelos:
Os Yorkshires apresentam pelagem longa, lisa, fina e sedosa. Apresentam também um caimento reto e repartido ao meio por uma linha da trufa (focinho) até a extremidade da cauda. A coloração é predominantemente 'azul-aço' com partes (cabeça, pernas e peito) loiras.

Tamanho:
Seu tamanho pode chegar a 24 cm. O tamanho dos cães é a altura das patas dianteiras até a cernelha (os 'ombros' dos cães - logo abaixo do pescoço).

Peso:
Pesam em torno de 3,5Kg, mas não é estabelecido peso mínimo aos Yorkshires por existirem exemplares que nascem muito menores do que o padrão.

Expectativa de vida:
Podem viver entre 12 e 15 anos.

Problemas de saúde:
É uma raça que não apresenta doenças crônicas comuns. Alguns exemplares apresentam problemas respiratórios e estômago sensível. Os cães que passam muito tempo no colo de seus donos, podem apresentar desvios sérios na coluna, deixar o cão - mesmo que pequeno - no chão é questão de saúde.
Os Yorkshires são cães frágeis, evite presentear crianças ou deixá-las brincando com um cãozinho sem supervisão de um adulto, pois é muito comum fraturas de radio e ulna (ossos finos das patas dianteiras) devido ao mau manuseio ou brincadeiras sem cuidado.

Comportamento:
Alerta, divertido e inteligente, o Yorkshire é um excelente terrier de companhia. São extremamente corajosos e os que são super protegidos (passando muito tempo no colo e sendo 'humanizado' por seus donos) podem se colocar em perigo desafiando e instigando cães maiores por conta da falta de convivência com outros animais. São teimosos, latem bastante e seguem seus donos na maior parte do tempo.

Ambiente:
Podem viver em apartamentos pequenos e casas sem quintal. Mas nunca pode ser confinado em um cômodo - assim como nenhum outro cão pode. Passeios diários entre 10 e 15 minutos são perfeitos para o animal poder cheirar coisas diferentes durante o trajeto e não se estressar em passar o dia dentro de casa.

Atividades:
Os passeios diários são essenciais e obrigatórios para qualquer cão de qualquer raça. Os Yorkshires por sua vez podem ser treinados e estimulados com jogos. Levá-los para parques não é a melhor opção, por ser muito pequeno ele pode se machucar ao cruzar com outros animais maiores.

Em que estação vive melhor?
O outono e o inverno são as estações em que a raça se sente mais confortável. Com o elevar da temperatura é recomendável que o dono tose o animal e deixe a casa com áreas de ventilação.

Curiosidades da raça:
O Yorkshire é o menor de todos os terriers e foi muito utilizado para caçar ratos, coelhos e pequenos roedores. Seu tamanho pequeno o ajudava a entrar nas pequenas tocas e buracos.
Durante 10 anos seguidos foi o cão mais desejado no Brasil, este período fez com que o número de criadores ilegais aumentasse drasticamente no país e animais sem padronagem da raça fossem utilizados como matrizes de ninhadas irregulares.

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/guia-ra-yorkshire-o-menor-e-mais-encantador-171000841.html
Por Maíra Medeiros | Yahoo Contributor Network
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Esquisitos

Melanolestes picipes


Narval


Nasikabatrachus sahyadrensis

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