Página Inicial ! Auxílio a Lista | Busca de CEP | Receita Federal | IBGE | Multas de Trânsito SP | Loterias ! Folha de São Paulo ! Globo online ! Revista Isto é ... Artigos Artigos ! Aquarismo ! Anfíbios ! Animais ! Animais Onívoros ! Animais Herbívoros ! Animais Carnívoros ! Aquarismo ! Aves ! Curiosidades animal ! Dicas animais ! Febre Aftosa ! Fotos ! Híbridos ! Insetos ! Mamíferos ! Meio Ambiente ! Natureza ! Pássaros ! Peixes ! Peixes Sinistros ! Pesquisas ! Répteis ! Roedores ! Vacinação ! Vida Rural ! Vídeos com animais
... Artigos

Para continuar lendo a notícia clique em: Read the rest of this entry » no final de cada artigo.

sexta-feira

Animal estranho do dia: Um anfíbio definitivamente incomum!

Seu nome? Nasikabatrachus sahyandrensis.

O anfíbio é endêmico de algumas localidades do sul da Índia. O primeiro exemplar foi descoberto em 2003 e é considerado por muitos biólogos como um “fóssil vivo”.

A espécie possui, geralmente, cor bastante violeta com comprimento de 7 centímetros, passando boa parte do ano no subsolo.

Foi classificada inicialmente em uma família própria, a Nasikabatrachidae, mas foi reclassificada como componente da família Sooglossidae.

Seu nome científico deriva do sânscrito Nasika (nariz), referindo-se ao aspecto incomum pontiagudo de seu focinho. Sua família possui origem há 100 milhões de anos, em uma época onde a Índia, as Ilhas Seychelles e Madagascar formavam uma única massa de terra.

Qui, 16 de Agosto de 2012 10:40
Osmairo Valverde da redação de Brasília
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quinta-feira

Vídeo sucesso no Youtube mostra curiosa habilidade dos gatos

Um vídeo postado no Youtube mostra um truque do mundo animal pouco conhecido.

Os gatos possuem a incrível capacidade de manter seu olhar fixo em uma direção, independentemente do que você faça com o corpo dele. Como o olhar está completamente paralisado, o mesmo ocorre com a cabeça.

Este efeito não se limita apenas aos gatos, mas também corujas que usam este sistema de “estabilização de imagem”. O ser humano possui esse controle, mas infelizmente (ou felizmente) é bastante limitado por restrições em nossos olhos.

É como se o gato e a coruja possuíssem uma espécie de “giroscópio” embutido em suas cabeças, e até certo ponto realmente é, de acordo com médicos veterinários e biólogos.

Os truques para a exemplificação dessa habilidade pode ser conferido no vídeo abaixo, onde os olhos e a cabeça permanecem fixos e todo o corpo é movimentado em várias direções:


Qua, 15 de Agosto de 2012 18:28
Osmairo Valverde da redação de Brasília
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Vídeos: Por que os gatos ronronam?

Quem tem gato conhece o som agradável que esses animais normalmente produzem quando recebem um carinho, ou estão satisfeitos, ou até quando estão comendo.

Estamos falando do ronronado, som tão conhecido quanto misterioso. Embora os estudiosos de felinos tenham se debruçado sobre a questão há bastante tempo, ainda não sabemos muito sobre tal comportamento.
Ronronando de emoção

A maior parte do que sabemos sobre o ronronado vem da observação dos felinos por parte dos seus donos. Se você tem um gato, você sabe como “fazê-lo ronronar”: fazendo um cafuné, situação infalível para provocar ronronados. O resultado disso é que a explicação mais típica para o ronronado é que se trata de uma expressão de felicidade e contentamento.

Mas não é só nestas ocasiões que os gatos ronronam. Eles também o fazem quando estão sob pressão, como durante uma visita ao veterinário, ou quando estão se recuperando de um ferimento. Aparentemente, nem todo gato que está ronronando está feliz ou contente com sua situação.

Fica claro que o ronronar do gato serve para várias coisas. O estudioso do comportamento dos animais, Paul Leyhausen, que estudou os gatos por várias décadas, sugeriu que o ronronar é uma forma de comunicação dos gatos, que eles usam para sinalizar a outros que não pretendem brigar. E um estudo recente apontou que os gatos usam um tipo especial de ronronado quando querem que os humanos os alimentem.
Gatos ronronadores e gatos rugidores

Embora não saibamos direitinho como o gato ronrona, alguns mecanismos do ronronar já foram decifrados. Por exemplo, o gato é capaz de ronronar tanto ao exalar quanto ao inalar ar. O linguista sueco Robert Eklund, fascinado pelos sons de animais, gravou ronronados de vários tipos de gatos, e notou que o som do ronronado varia entre 20,94 e 27,21 Hz quando o gato exala, e 23,0 e 26,09 Hz quando ele inala, além de produzir fortes ondas harmônicas.

Só que nem todos os felinos conseguem ronronar. Leões e tigres não ronronam. Chitas ronronam. Desta forma, dá para dividir os gatos em dois grupos: os que ronronam e os que rugem, e esta diferença talvez seja anatômica.

Qual diferença anatômica? Existem muitas, mas ninguém sabe qual é a responsável por ronronar ou rugir. Não existe um “órgão do ronronado” ou alguma parte especializada na garganta dos gatos que seja responsável pelo ronronar. Uma sugestão é que os músculos da laringe contraem e dilatam as cordas vocais dos gatos, fazendo-os ronronar.
Hipótese da cura

Elizabeth von Muggenthaler, pesquisadora de bioacústica no Fauna Communications, sugeriu que os gatos ronronam para se curar. Segundo ela, frequências entre 20 e 140 Hz são terapêuticas para o crescimento de ossos ou músculos, cura de fraturas ou feridas, alívio de dor, redução de inchaços, reparo de tendões, mobilidade de juntas e alívio da dispneia.

Analisando a gravação do ronronado de chita, puma, serval, ocelote e gato doméstico, a equipe da pesquisadora descobriu que as frequências do ronronado estão todas na faixa que favorece o crescimento ósseo.

Esta hipótese poderia explicar os benefícios evolutivos do ronronado, mas ainda é apenas uma hipótese, pois não há evidências sólidas que os ossos dos gatos se soldam mais rápido por causa do ronronar.

E nós ficamos assim, então. Sabemos quando o gato ronrona, e como se parece o ronronar. Ainda não sabemos bem por que os gatos ronronam e como eles ronronam. Acho que os donos de gatos preferem assim. Melhor achar que eles estão ronronando de felicidade, do que achar que estão tentando se consolar de tanto que damos palmadinhas desajeitadas em suas cabeças.[io9, Purring]



Por Cesar Grossmann em 15.08.2012 as 11:11
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Foto: formigas translúcidas ficam da cor do açúcar que comem

Já ouviu a máxima de que você é o que você come? Esse arco-íris de formigas mostra que o ditado é verdadeiro. O cientista Mohamed Babu, que vive na Índia, é o autor dessas imagens que mostram abdomens de formigas translúcidas que mudaram de cor enquanto elas comiam açúcar com gelatina colorida.

A inspiração para as fotos surgiu quando a mulher de Babu, Shameem, notou que algumas formigas tinham ficado brancas depois de beber leite derramado na cozinha. Isso foi o suficiente para que o cientista pegasse sua câmera e colocasse açúcar nas cores vermelho, verde, azul e amarelo em seu jardim.

Babu colocou uma base de parafina nas gotas açucaradas para que elas mantivessem sua forma depois de serem tocadas pelas formigas. O cientista descobriu que, curiosamente, as formigas preferem as cores claras, como verde e amarelo. Alguns dos insetos provaram mais de uma cor de açúcar, provocando variações nas cores de seus abdomens.

Quem mais gostaria de ter um formigueiro com formigas assim? [Colossal/DailyMail]


Por Stephanie D’Ornelas em 15.08.2012 as 12:00
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Sapinho amarelo é a mais nova espécie descoberta na Mata Atlântica

Um novo sapo, denominado Brachycephalus tridactylus, foi descoberto recentemente na Mata Atlântica, na Reserva Natural Salto Morato, uma área 2,3 mil hectares administrada pela Fundação Grupo Boticário em Guaraqueçaba, no Paraná.

Na verdade, ele foi encontrado em fevereiro de 2007 pelo biólogo Michel V Garey, mas só foi reconhecido em junho deste ano. Agora, a descoberta foi publicada e oficialmente reconhecida na revista internacional Herptologica.

O sapinho de 1,5 centímetro de comprimento e cor alaranjada que vive acima dos 900 metros de altitude se destaca por ter apenas três dedos nos membros da frente.

Ele foi visto durante um estudo da Universidade Federal do Paraná sobre a diversidade de rãs, pererecas e sapos em paisagens distintas. Os pesquisadores registraram 42 espécies de 9 famílias distintas, e acabaram encontrando o B. tricactylus, que não fazia parte do estudo.

Existem mais de 6,7 mil espécies descritas de anfíbios no mundo, e o nosso lindo país tem a maior diversidade deles: 946 espécies até o momento.

Porém, a população deste tipo de animal está cada vez menor devido à poluição da água e do solo, desmatamento, aumento da radiação ultravioleta e doenças, como fungos e vírus. Por exemplo, acredita-se que uma infecção fatal pelo fungo Batrachyochytrium dendrobatidis seja uma das principais causas do colapso generalizado de anfíbios nas últimas décadas. Estima-se que cerca de 40% das rãs, sapos e outros animais estejam em declínio.

“Precisamos preservar os locais onde eles ocorrem e estudar seus hábitos”, disse Garey. “Esta espécie, por exemplo, ocorre no topo dos morros onde o clima é mais ameno e úmido. Com o aumento da temperatura, ela pode não ter para onde ir, pois não existem lugares mais frios para ela se mudar”, finaliza.[OEco, DomTotal]

Por Natasha Romanzoti em 13.08.2012 as 14:16
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quarta-feira

Borboleta sofre deformidades após acidente nuclear no Japão, diz estudo

Radiação em Fukushima causou malformações em espécie da região.
Insetos são um bom indicador dos efeitos do vazamento sobre seres vivos.

O acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, que começou um dia após um terremoto de 9 graus de magnitude e um tsunami em 11 de março do ano passado, pode ter causado deformidades em uma espécie de borboleta da região.

Um estudo sobre o tema, conduzido pela Universidade de Ryukyus, arquipélago situado na província de Okinawa, no sul do país, foi publicado agora na revista "Scientific Reports". Quem liderou a equipe foi o professor Atsuki Hiyama.

Esses animais são um bom indicador dos efeitos da radiação, pois têm um organismo bastante sensível às mudanças ambientais.
Imagens indicam deformidades nos insetos (Foto: Universidade de Ryukyus/Scientific Reports/Divulgação)

Adultos e larvas da espécie Zizeeria maha foram coletados entre maio e setembro do ano passado, poucos meses após o vazamento de três reatores da usina.

Em maio, 12% dos espécimes já apresentavam anormalidades relativamente brandas – que se mostraram piores quatro meses depois. Isso pode ter sido provocado tanto por fatores externos quanto internos, como a ingestão de alimentos contaminados.
Radiação gerou anomalias em borboletas (Foto: Universidade de Ryukyus/Scientific Reports/Divulgação)

Ao longo do estudo, os pesquisadores encontraram nos insetos atrofias e assimetrias nas asas, malformações nos olhos e antenas com pontas duplas. As anormalidades também foram reproduzidas experimentalmente em indivíduos de uma área não atingida pelo vazamento.

Os cientistas também fizeram cruzamentos da espécie em laboratório e viram que as aberrações biológicas ficaram ainda mais graves após algumas gerações.
Cientistas coletaram insetos de maio a setembro de 2011 (Foto: Masaki Iwata/Universidade do Ryukyus/AP)

Os impactos da exposição à radiação sobre a saúde dos moradores de Fukushima ainda são incertos, mas as alterações genéticas e fisiológicas nessas borboletas já são um indício do tamanho do problema causado pelo colapso da usina.

Segundo os pesquisadores, o acidente de 2011 pode, a longo prazo, destruir ecossistemas e acarretar doenças crônicas.
Asas e olhos de espécie de borboleta sofreram alterações (Foto: Chiyo Nohara/Universidade do Ryukyus/AP)

Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça a sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Diga não ao bloqueio de blogs

Total de visualizações de página