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quinta-feira

Cavalo 'medroso' vive dentro de casa com a dona na Alemanha

Stephanie Arndt convive com 'Nasar' em fazenda na cidade de Holt.
Cavalo árabe passou a preferir locais fechados após furacão.

Na cidade de Holt, na Alemanha, a médica Stephanie Arndt divide o teto de sua antiga fazenda com Nasar, um enorme cavalo árabe que ficou conhecido por ser “medroso".

Stephanie conta que, durante a passagem do furacão "Xaver”, que devastou a região onde mora, Nasar foi abrigado dentro da casa casa para se proteger. Desde então, o animal se acostumou com a prática e gosta de ficar a maior parte do tempo dentro de casa.

Stephanie Arndt aparece ao lado de seu cavalo árabe 'Nasar' dentro de casa em Holt, na Alemanha (Foto: Carsten Rehder, DPA/AFP)

Animal foi colocado dentro de fazenda durante furacão e acabou gostando de ambientes fechados (Foto: Carsten Rehder, DPA/AFP)

'Nasar' aproveita para beber suco direto do copo em Holt, na Alemanha (Foto: Carsten Rehder, DPA/AFP)

Desde o furacão, cavalo árabe passou a preferir ficar dentro da casa de sua dona (Foto: Carsten Rehder, DPA/AFP)

fonte:http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/02/cavalo-medroso-vive-dentro-de-casa-com-dona-na-alemanha.html
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quarta-feira

Macrofotógrafo mostra o lado fofinho das aranhas-saltadoras

Quando você ouve alguém dizer “fofura”, “aranha” provavelmente não é a primeira coisa que vem à cabeça. Porém, prepare-se para ter o seu mundo tirado do eixo pelas imagens de Thomas Shahan. Com suas fotos em super close, o fotógrafo é capaz de mudar a concepção até dos que acham que esses insetos aracnídeos são os seres mais repugnantes do mundo.

Através da fotografia macro – usadas para registrar coisas muito pequenas -, ele resolveu apontar suas lentes para os olhos das aranhas-saltadoras. E o resultado é que dá vontade de ter uma como bichinho de estimação só por causa dessas carinhas de coitadas.

Esta espécie é incomum porque a maioria dos seus exemplares não caça com teias. Elas têm poderosas patas traseiras e a melhor precisão visual entre aranhas, o que lhes permite caçar ativamente com saltos poderosos. No entanto, elas ainda podem produzir seda, muitas vezes utilizando-a para amarrar a si mesmas antes de saltar ou para criar abrigos.

Com exceção da Austrália, onde quase todos os seres vivos na natureza podem te matar ou mutilar, não há assim tantos motivos para odiar aranhas. Um mundo sem elas seria um mundo com muito mais mosquitos e moscas, que carregam inúmeras doenças. E quando você sabe que algumas delas podem ser tão bonitinhas, elas não parecem mais tão assustadoras assim, não é?

Daí você pensa: “Mas e aquela estatística da qual quase todo mundo já ouviu falar sobre a pessoa comum engolir oito aranhas por ano?”. Calma, não precisa ir para o espelho e checar a sua garganta. Em 1993, um escritor passou este e outros fatos falsos para provar como era fácil circular informações que não eram verdadeiras. Sua manifestação foi extraordinariamente bem sucedida.

Então, da próxima vez que você vir uma aranha, tenha em mente que ela está provavelmente mais interessada em caçar insetos que estão tentando mordê-lo, ao invés de picar você.

As aranhas-saltadoras são muito curiosas (inclusive sobre os seres humanos) e interagem com frequência com outros organismos. Se uma aranha virar para olhar para você, é quase certo que ela seja uma saltadora. Muitos aracnídeos, como viúvas negras, tentam evitar as pessoas, mas aranhas-saltadoras são bastante destemidas. Isso porque elas provavelmente só querem abraçá-lo! [Bored Panda, Thomas Shahan]



















fonte:http://hypescience.com/macrofotografo-mostra-o-lado-fofinho-das-aranhas-saltadoras/
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Os magníficos pombos de Darwin

Charles Darwin viu a evolução nos pombos. O princípio-chave da teoria da evolução de Charles Darwin é a seleção natural, isto é, a modificação de seres vivos ao longo de inúmeras gerações de acordo com a capacidade de se adaptar ao seu ambiente. Uma gazela lenta é devorada pelo leão que, ao matá-la, não permite que seus genes “lentos” passem adiante. Apenas as gazelas mais rápidas conseguem se reproduzir e as mais lentas são extintas. O mesmo ocorre com leões lentos e fracos: não conseguem propagar seus genes.


Em busca de confirmações Darwin compreendeu que a seleção artificial funciona de maneira semelhante, mas ao invés das características serem escolhidas naturalmente pela capacidade do animal sobreviver e se reproduzir são escolhidas por humanos que querem ver animais exóticos, com aparências curiosas. Darwin juntou-se ao clube de criadores de pombas da região onde morava, era o único nobre a participar da atividade. Mas obviamente não se interessava especialmente em pombos bonitos, mas nas evidências que a seleção artificial poderia agregar a sua teoria.


Junto com os criadores aprendeu que em algumas gerações um criador de pombos poderia selecionar qualquer característica física que desejasse: um bico curto ou pescoço longo ou penas encaracoladas. Basta reproduzir aves que exibem a característica desejada com outra semelhante, sempre selecionando os filhotes que tivessem estas características mais acentuadas. Repetindo o processo durante algumas gerações é possível chegar a resultados encantadores como os que você vê a aqui.


Darwin dissecou centenas, senão milhares destes pombos para explorar os processos por trás da seleção natural. Durante sua viagem ao redor do mundo ele conseguiu observar claramente que as espécies se modificam, mas não conseguia explicar como. Então ele usou as pombas para experimentar como as características podem ser herdadas pelas gerações seguintes e como os criadores usavam isto para manipular as espécies ao longo do tempo.


É incrível observar como todos estes pombos são, em realidade, variações de uma única espécie de pombo doméstico. Transportando essa noção para a seleção natural, ao longo de tempo e gerações suficientes é fácil de entender como uma espécie se transforma em outra de maneira muito gradual e lentamente. A diferença é que na seleção natural é o ambiente que seleciona as características físicas.


É a velha piada darwiniana que todos conhecemos: quando você está passeando pelo zoológico com um amigo e um urso foge vocês começam a correr. Seu amigo diz: “nós não conseguimos correr mais rápido do que um urso” e você responde que não precisa ser mais rápido do que o urso, mas apenas mais rápido do que seu amigo. Se o seu amigo tem alguma característica indesejada para este ambiente, como obesidade, por exemplo, a tendência é que suas características desapareçam do acervo genético. Do contrário pode ser você que vire lanche de urso.


Estas fotos são do britânico Richard Bailey e retrata animais criados especialmente para exposições, feiras e exibições. [Fancy Pigeon, Natural History Museum, Bored Panda]









fonte:http://hypescience.com/as-magnificas-pombas-de-darwin/
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